Cultura Pop
Lendas urbanas históricas 4: A boneca da Xuxa

Lá vem o quarto capítulo da nossa série sobre lendas urbanas, começando lá pelos anos 1980 e prosseguindo com as lendas que fazem a turma mais nova morrer de medo (essas lendas existem?). Aliás, a gente volta a lembrar que a Rainha dos Baixinhos já rendeu lendas bem malucas…
A LENDA DA BONECA DA XUXA ‘FROM HELL’ (1989)
Alguns anos depois, mais precisamente em 1989, parecia que o público havia superado todo aquele bafafá envolvendo o nome de Xuxa e sua suposta ligação com o ocultismo (você já leu sobre isso no POP FANTASMA). Mas eis que um jornal da cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo, reacende o disse-me-disse paranormal. E mais uma vez, o nome da apresentadora está no meio.

A longa reportagem conta que, em novembro de 1989, começaram alguns boatos envolvendo a boneca da apresentadora em pelo menos duas versões, em ambas havia a ligação demoníaca entre a boneca e uma criança. Uma delas contava que uma menina dormia com a boneca na noite do Dia das Crianças. Mas a boneca tomou forma de uma pessoa – com garras, seios fartos e olhos satânicos – e matou a menina esganada.
A segunda tem enredo mais elaborado. Diz a lenda que no mesmo Dia das Crianças, uma menina muito humilde via os anúncios da boneca na TV e passou a insistir em ganhar a
boneca, também da marca brasileira Mimo. A mãe, desempregada e pedinte na praça principal da cidade, falou em tom irônico, que compraria só “se o diabo me mandar o dinheiro”. E, assim, apareceu o montante exato no dia seguinte, o que fez a mulher comprar a boneca e dar à garota, conforme fora prometido.

Ao ser entregue à menininha, a boneca teria tomado uma forma assustadora, com garras. E acabou também por matar a pobre criança!
E DEPOIS?
Rádios, jornais e redes de TV fizeram plantão na Catedral de Sorocaba, querendo invadir o Museu de Arte Sacra. Isso porque os boatos diziam que esta mãe havia entregue a boneca ao pároco da cidade para que a exorcizasse e desse cabo à macabra boneca. E pessoas acreditavam que a boneca estaria guardada lá.
Os mais céticos e os fãs da apresentadora acreditavam que se tratava de mais uma mentira para acabar com a imagem de Xuxa. Quem não teve medo da boneca e a preservou até os dias de hoje pode vende-la por mais de R$ 1.600,00 nos sites de vendas. Mas, veja lá: nada de falar que “venderá a alma” para poder comprar…
Recorte de jornal: Arquivo Cruzeiro
Confira as outras lendas da série aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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