Cultura Pop
Um lanche feito com suor de garotas (!). Vai encarar?

Você já ouviu falar de uma banda japonesa de garotas chamada Kamen Joshi? Se não sabe do que se trata, segue o vídeo abaixo.
Agora que você conhece pelo menos uma música das meninas – que costumam usar máscaras de Sexta-Feira 13/Pavilhão 9, fazendo jus ao nome, cujo significado é “garotas mascaradas” – vamos lá.

Existe uma cadeia de lanchonetes em Tóquio chamada Tenka Torimasu, que tem várias sucursais no Japão e é especializada numa iguaria local chamada karaage. É peito de frango frito e desossado, mas para dar um gostinho especial, a casa oferece uma grande variedade de molhos. Entre os sabores, wasabi, curry de queijo e ameixa japonesa (sim, também tem opções doces). E adivinha só o que foi parar no cardápio da casa: você pode mergulhar seu frango frito num molho feito com O SUOR DAS MENINAS DO KAMEN JOSHI (que a casa descreve como “refrescante”).

Antes de ter ânsia de vômito e correr para o banheiro, calma: na verdade a casa não usa suor de verdade. Da mesma forma que as pessoas costumam dizer que o soro caseiro (usado em doenças como dengue) deve ter “o gosto da lágrima”, a tal receita é apenas inspirada no suor. O molho mistura sal, suco de limão e… queijo (oi?).

Seja como for, Anna Tachibana, uma das meninas do Kamen Joshi, liquida a fatura explicando que o novo sabor da iguaria representa o “nascimento do karaage que as pessoas estão sonhando”. O karaage com sabor de suor de popstar fica à venda nos restaurantes da Tenka Torimasu até 31 de outubro e custa 400 ienes (cerca de R$ 11,32). E aí, vai encarar?
Via Rocket News
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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