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Cultura Pop

Os comerciais bizarros da grife de jeans Jordache

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Os comerciais bizarros da grife de jeans Jordache

Nunca tinha ouvido falar de uma empresa de jeans chamada Jordache. Mas ela existe desde 1978 e foi criada por três irmãos novaiorquinos que, inspirados pelos jeans europeus, decidiram criar modelos mais confortáveis e, hum, sexy para homens e mulheres. O site da marca tá aqui. No momento, a Jordache ocupa seus dias com uma campanha em que aparecem a modelo brasileira Alessandra Ambrosio e sua filha Anja.

Jeans Jordache - Alessandra Ambrosio em nova campanha

Agora o que interessa é que nos anos 1980, a Jordache decidiu investir numa série de comerciais que pareciam uma mistura de Malhação, comédia adolescente no estilo Curtindo a vida adoidado e circo de malucos, incluindo diálogos bizarros e politicamente incorretos. No reclame abaixo, levado ao ar em 1986, garotos conversam sobre como é ver os pais sem roupa. O papo vai bem (bem?) até que um molecão meio marcha-lenta resolve atalhar dizendo que “meus pais nunca ficaram pelados”.

Um comercial da Jordache que deve ter deixado as pessoas… nem sei dizer. Em 1987, um grupo de adolescentes resolve levar um senhor que jogava milho aos pombos para se divertir um pouco: andar de skate, ir a um parque de diversões, pegar chuva na rua. O filme, como você pode perceber, entrega que o velho desmaiou (morreu?) por causa do excesso de picardias – e a garotada tenta reanimá-lo.

“Odeio minha mãe, ela é muito mais bonita do que eu”. É só a frase que abre o comercial, dita por uma garota com visual de Molly Ringwald em Clube dos cinco. Depois a menina fica felizinha de lembrar que já viu uma foto da mãe quando adolescente e não a achou gata.

Digamos que os comerciais da marca eram bastante criativos: em vez de apelar para o “compre isso, compre aquilo”, rolava um roteirinho, atores e atrizes que chamavam a atenção e diálogos que (sei) mostravam como o adolescente pensava na época. Mesmo que o garoto fosse um cabeça-oca que implicasse com a namorada porque ela ia fazer faculdade. No dia seguinte, a galera ia às lojas (a Walmart é revendedora deles até hoje) procurar as peças que estavam sendo usadas no filme e tava de boa.

Ah, se você acha que conhece a menina do vídeo acima, conhece sim: é Erin Everly, filha de Don Everly, dos Everly Brothers. E primeira mulher de Axl Rose. E a razão de existir Sweet child o’mine, composta para ela. Ela também aparece no comercial abaixo.

– Você posaria para fotos pelado?
– (Meu pau) é pequeno, não vale a pena.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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