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Cultura Pop

John Lennon e Ringo Starr: aquele apoio mútuo em 1974

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Lançados em datas bem próximas no ano de 1974, Walls and bridges (sexto disco solo de John Lennon) e Goodnight Vienna (quarto disco solo de Ringo Starr) tinham lá suas ligações além do fato de serem álbuns de ex-beatles. Acabaram sendo os últimos LPs autorais dos dois no contrato com a Apple. Lennon soltaria a antologia de clássicos do rock Rock n’ roll no ano seguinte; ele e Ringo ainda lançariam coletâneas. E Walls e Goodnight saíam num ano em que a Capitol, operação americana da EMI, estava comemorando os dez anos da chegada do quarteto de Liverpool ao mercado dos EUA. Olha só o anúncio de TV que a gravadora fez na época.

A vida pessoal de ambos andava meio turbulenta. Starr vivia (e arrumava) problemas em seu casamento, e se divorciaria de sua então esposa Maureen em 1975. Lennon estava separado de Yoko Ono. Ele reatava antigas amizades com Paul McCartney, Mick Jagger e até com o filho Julian, que não via fazia tempo. E mantinha uma relação meio bipolar com drogas e álcool. Às vezes abusava de tudo, em outros momentos largava tudo para se concentrar na música.

Por sinal, Ringo e Lennon estavam próximos a ponto de um participar do comercial de TV do disco do outro. Olha aí os anúncios de Goodbye Vienna (aberto por um diálogo de Lennon e Ringo) e de Walls and bridges (aberto por uma narração de Ringo).

https://www.youtube.com/watch?v=7mLJXZB3M8k

A participação de Lennon estendeu-se também ao disco do amigo, já que Goodbye Vienna, a faixa-título, era uma música do compositor de Imagine – que também aparecia tocando piano, guitarra e fazendo backing vocals. Em Ringo, o disco anterior, de 1973, Lennon já contribuíra com o hit I’m the greatest. Na época de Goodnight Vienna, Ringo andava dando entrevistas em que falava de sua paixão por ficção científica e pelo filme O dia em que a Terra parou.

A capa, por sinal, é baseada numa cena clássica da produção de 1951, com Ringo no lugar do ator Michael Rennie, que fazia o alien Klaatu. O personagem TAMBÉM foi inspiração para a banda canadense Klaatu, que quando lançou o primeiro disco, em 1976, fez muita gente achar que se tratava dos Beatles tocando com pseudônimo. Mas depois a gente conta essa história.

E como você já sabe, tem disco novo de Ringo – que acaba de completar 77 anos – vindo aí. Give more love tem participação de Paul McCartney e chega às lojas em 15 de setembro. A faixa-título já foi liberada pelo ex-beatle no Spotify.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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