Cultura Pop
Joey Ramone e sua mãe Charlotte na TV em 1990

Por volta de 1990, estava sendo mais comum encontrar Joey Ramone envolvido com shows, eventos e situações em geral fora dos Ramones do que dentro da banda que lhe deu o sobrenome artístico. Ele fazia festas, shows de rádio, gravava com bandas como Mystics, participava de eventos pelos sem-teto e pelas florestas tropicais e… aparecia com sua mãe na televisão. Naquela época, o polêmico apresentador de TV Geraldo Rivera fez um programa especial sobre “mamães heavy metal”. Entre mães de músicos de bandas como Pretty Boy Floyd e Danger Danger, destacavam-se a mãe de um dos músicos do Jethro Tull (que em 1989 ganhara inesperadamente um Grammy na categoria Hard Rock/Heavy Metal, desbancando o Metallica). E Charlotte, mãe de Joey Ramone.
Alguém subiu no YouTube toda a parte em que Geraldo conversa com ela e com Joey, cuja banda na época divulgava o disco Brain drain – trechos do clipe de I believe in miracles aparecem no vídeo. A jovial Charlotte diz que I wanna be sedated é uma das favoritas dela, e canta trechos dessa música e de Beat on the brat (ouvi-la cantando “bata no moleque/com um taco de beisebol/oh, yeah”, é engraçado). Geraldo pergunta sobre a imagem “selvagem” dos Ramones e Joey responde que “a minha família é selvagem”. Também diz que as influências dos Ramones são “todas as coisas que apareceram desde o começo do rock and roll, e a vida, viver a vida e experimentar coisas. Isso tudo é absorvido pela gente e se transforma numa música única e numa atitude única”. Charlotte morreu em 2007 aos 80 anos.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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