Cultura Pop
Joe Loss: olha eu aqui no prédio da EMI (e antes dos Beatles)

Sabe aquela vez em que os Beatles inauguraram o hábito de tirar fotos comemorativas no prédio da EMI, na Manchester Square, em Londres? Bom, a imagem tirada em 1963, e que foi parar na capa do debute Please, please me, não foi a primeira que um artista tirou lá, não. Olha aí o bandleader britânico Joe Loss, em 1961, solitário no prédio da gravadora.

Joe Loss está sozinho na foto, mas costumava liderar orquestras numerosas, com mais de dez músicos. Na época da imagem, tinha já mais de 50 anos e já contava mais de duas décadas de sucesso com sua Joe Loss Orchestra, que passara de sapato alto pela era dos discos orquestrais e pela entrada dos ritmos latinos no cardápio pop americano e europeu.
Olha aí Wheels – cha cha, um dos maiores hits da turma, gravado justamente na época da foto.
Ah, sim, teve a indefectível releitura de Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, hit de vários maestros que se prezavam, entre os anos 1950 e 1960.
Entre os feitos de Loss está o fato de ter dado emprego a um vocalista e trompetista chamado Ross MacManus. Que era o pai de ninguém menos que Elvis Costello. Em 1964, Loss chegou a gravar um compacto solo creditado a ele e a Joe Loss Blue Beats, com a música Patsy girl.
Loss morreu aos 80 anos, em 1990, e sua orquestra ainda existia na época, apesar de ele nem viajar mais com ela porque tinha ficado bem doente nos últimos anos. Aliás, a Joe Loss Orchestra ainda existe e está sob a direção musical de Todd Miller, que foi vocalista da banda a partir dos anos 1970.
Ah, se você nunca viu (toma vergonha nessa cara, né?) as duas fotos dos Beatles no prédio da EMI, estão aí. A primeira, você sabe, está na cada de Please, please me e da coletânea “vermelha” 1962-1966. A segunda foi feita para a capa do disco Get back, que não foi lançado e cujo conceito foi transformado no disco Let it be, de 1970. A foto acabou vazando para a coletânea “azul” 1967-1969.


Olha aí os Sex Pistols, recém-contratados pela EMI, repetindo a mesma pose em 1976.

E olha aí o Blur no mesmo local, em 1995.

Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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