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Cultura Pop

Só vimos agora: tem disco de hardcore dos Beastie Boys nas plataformas

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Só vimos agora: tem disco de hardcore dos Beastie Boys nas plataformas, "Aglio e olio"

Já tem uns meses, mas vale informar que um disco bem pouco conhecido dos Beastie Boys subiu para as plataformas. Aglio e olio (o nome vem do famoso “macarrão ao alho e óleo”), álbum de 1995 e fora de catálogo desde então, já está no no Spotify, Deezer e onde mais for possível ouvi-lo. Mas o som, ao contrário do rap da banda, é hardcore.

O disco foi uma vírgula na carreira do trio de rappers, quando começavam a trabalhar no experimental Hello nasty (1998). Na época tinha mais gente no dia a dia do grupo: Ad-Rock, Mike D e o saudoso MCA estavam trabalhando com o baterista Amery “AWOL” Smith (Suicidal Tendencies), que na época estava ajudando a banda na produção de Hello nasty.

O trio compôs várias músicas no estilo hardcore que marcou o começo dos Beastie Boys. Daí tiveram a ideia de juntar todas num disco só, que foi Aglio e olio. O álbum tem oito músicas e duração comum aos LPs de punk e hardcore lançados durante os anos 1980. Acabou de qualquer maneira sendo considerado um EP. Aliás, não custa lembrar, foi justamente lançado numa era em que discos de quase 80 minutos, que usavam toda a extensão de um CD, eram o padrão.

PUNK NO COMEÇO

Esse disco fez o grupo retornar a um passado já bem distante: ao comecinho dos anos 1980, quando os Beastie Boys faziam parte da cena hardcore de Nova York e ainda não tinham aderido ao hip hop.

Nessa época, a banda abriu para grupos como Bad Brains e Dead Kennedys, e chegou a tocar na última noite do Max’s Kansas City. Também eram habituês do A7, biboca underground na qual todo mundo (Reagan Youth, Bad Brains, Agnostic Front) tocou na época. O grupo tinha nessa formação uma baterista, Kate Schellenbach, que saiu em 1984 (e depois entraria para o Luscious Jackson). E um guitarrista, John Berry, que em 1982 deu lugar a Ad-Rock. MCA era o baixista e Mike D, o vocalista.

“Era como tocar na sala de estar do apartamento do seu amigo – do pequeno apartamento do seu amigo, enfim”, afirmam Ad Rock e Mike D no The Beastie Boys Book. Tocar lá, de certa forma, foi mais mole do que tocar no Max’s. Neste último, os Beastie Boys ficaram intimidados com a história do local, com a audiência apática e com os funcionários da casa, parecidos com integrantes de um motoclube das antigas.

RAP

O jogo só foi virar para os Beastie Boys quando uma mudança de perfil rolou em alguns clubes de Nova York – que vinham passando a tocar rap. Logo em seguida, o grupo passou a ir num clube chamado Negril (dedicado ao reggae, mas com uma noite hip hop às quintas). Assistiram às discotecagens de Afrika Bambaataa, Jazzy Jaz e Don Letts – e a era de hardcore na vida dos Beastie Boys sumiu de vez. “Muito do hardcore é sobre limites, mas o hip hop é sobre a falta deles: possibilidades ilimitadas, imaginação ilimitada”, contaram em The Beastie Boys Book.

Pega Aglio e olio aí.

Veja também no POP FANTASMA:
– Quando os Beastie Boys homenagearam (ou zoaram, sei lá) o Pink Floyd num clipe

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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