Cultura Pop
“Goodbye Cream”, despedida do Cream, faz aniversário hoje – parabéns!

O POP FANTASMA relembra diariamente alguns discos que estão fazendo aniversário. Os textos serão escritos e postados com total desrespeito ao velho apetite do jornalismo por datas redondas, clássicos indiscutíveis (opa, alguns dos que vamos colocar são clássicos sim) e efemérides de meter medo.
O Cream, de Eric Clapton, Ginger Baker e Jack Bruce – grupo para o qual foi criada a expressão “power trio” – despedia-se em 1969 com “Goodbye Cream” (pare tudo o que você está fazendo e ouça esse disco agora)…
… O Barclay-James Harvest (conhece?) lançava o seu segundo disco, “Once again”, em 1971…
https://www.youtube.com/watch?v=3APQNYbAjIA
… em 1979 saía, “Spirits having flown”, primeiro disco do Bee Gees lançado após o sucesso com a trilha de “Os embalos de sábado à noite”, com quase todo o material composto por Barry Gibb…
… um ano depois o The Cure passava um bombril no seu disco de estreia, “Three immaginary boys” (1979) relançando-o com outra capa, outro título (“Boys don’t cry”) e ordem diferente das músicas…
… em 2001, Ringo Starr dava uma geral na carreira de sua All Starr Band com uma mistura de disco ao vivo com coletânea em três CDs, “The anthology… so far”, incluindo participações de Dr. John, Peter Frampton, Todd Rundgren e Eric Carmen…
… para quem é fã doente do Nirvana, vale caçar o EP “Hormoaning”, presente de turnê do grupo lançado em 5 de fevereiro de 1992 apenas na Austrália e no Japão, com lados-B e BBC Sessions (mas só se você for muito fã, porque as seis faixas do disco reapareceriam depois em relançamentos e caixas antológicas)…
… sinto-me na obrigação de avisar que em 2001 saía a coletânea “Ultimate Manilow”, com 20 sucessos do entertainer Barry Manilow – e que representou sua volta aos palcos e às paradas, após um tempo sumido…
… e ainda teve “Lucky”, quinto disco do Nada Surf, lançado em 2008 e que também faz aniversário hoje. Parabéns!
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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