Cultura Pop
Electrical Banana: uma banda formada por soldados que lutavam no Vietnã, e que gravou Velvet Underground (!)

A história da banda Electrical Banana é bem, digamos, sui generis. Pra começo de conversa, foi um grupo formado por quatro soldados americanos que lutavam no Vietnã. Um deles era um sujeito chamado Dean Kohler, que bem antes de lutar numa das guerras mais escrotas do mundo, tocou em bandas como Dean & the Mustangs e The Satellites.
Dean contou a história dele com o rock e com a guerra num livro de memórias, Rock and roll soldier, a memoir, em que detalha o tempo em que serviu e sua experiência como guitarrista do Electrical Banana (o livro não foi publicado em português). O único lançamento do grupo foi gravado num equipamento rudimentar, numa tenda do exército armada em Qui Nhon, no Vietnã. Era um acetato que teve dez cópias e tinha essa música aí, She’s gone.
O Electrical Banana era formado por Dean na voz e na guitarra, Jon Sugden no baixo, Mike Ioli na bateria e Ben Jessen no órgão. Dean tinha uma banda (o tal The Satellites), foi convocado para a guerra e precisou abandonar tudo. Chegando lá, acabou ensinando um amigo, Sugden, a tocar baixo usando as quatro cordas mais grossas de um violão – isso durante um passeio de barco que durou 28 dias. O grupo depois adotaria o nome Electrical Banana e, por causa disso, alguém lembraria de dar a Dean uma cópia de The Velvet Underground and Nico, primeiro disco do Velvet.
E por causa disso, lá vai um detalhe mais curioso ainda sobre o Electrical Banana: no tal single deles gravado na tenda no Vietnã, ainda tinha um lado B. Que trazia nada menos que uma versão de There she goes again, do Velvet Underground. Sim, o grupo foi um dos primeiros a gravar um cover de uma canção do Velvet. Essa releitura chegou a aparecer num CD chamado Aliens, psychos and wild things: rare and unissued Virginia garage 1964-1967, lançado em 2001 (por um erro, o acetato original trazia o nome da banda como “The Banana”)
Dois anos depois de gravar esse single aí, Dean montou uma banda chamada Dean Kohler & The Soft Light e lançou o single Out of sight. Que ele foi até num programa de TV lançar.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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