Cultura Pop
Doidões no poder: Hunter S. Thompson para xerife, em 1970

Repleta de montanhas que deixam o local bastante propício para a prática do esqui, Aspen, na região do Colorado, Estados Unidos, era um paraíso turístico repleto de hippies nos anos 1970. Responsáveis por uma feira que havia reduzido bastante o preço dos produtos alimentícios num destino turístico bastante conhecido (tal vocação de Aspen, claro, normalmente encarecia tudo), os freaks da área ficaram em estado de alerta em 1970 com a candidatura do jornalista e escritor gonzo Hunter S. Thompson ao cargo de xerife da região.
Thompson havia se mudado para lá em 1967, seguindo o movimento de vários pensadores, freaks e libertários que iam se esconder nas montanhas, atrás de sossego. Comprou uma casa lá com a grana que ganhou de royalties pelo livro “Hell’s Angels” (em que documentava o período acidentado em que conviveu com a gangue de motociclistas) e ficou até se suicidar em 2005.
Um programa britânico chamado “The Week” enviou uma equpe para cobrir a corrida de Thompson ao cargo e voltou de lá com imagens bem… bom, dá para defini-las como “reveladoras”. Nelas, Thompson discursa e debate com o candidato conservador, Carrol D. Whitmire – que acabou ganhando a disputa eleitoral. E um bando de hippies é visto tomando banho sem roupa num rio e fumando maconha. Em seguida, um jovem policial se aproxima e… fuma maconha com eles! E ainda diz: “Não entendo como as pessoas conseguem ficar viciadas nisso”.

A campanha, na verdade, acabou sendo usurpada por Thompson. O plano original do jornalista era dar todo o apoio a um advogado e motociclista chamado Joe Edwards, 29 anos, que havia defendido hippies da região encarcerados por vadiagem. Só que como parecia que Edwards tinha chances de ganhar, Thompson acabou ele mesmo decidindo concorrer. Para acabar com o tráfico de drogas, o jornalista propunha leis mais relaxadas com relação a entorpecentes, prisão de traficantes e uma filosofia amalucada que previa que “nenhuma droga que vale a pena deverá ser vendida por nenhum dinheiro”. Nessa época, Thompson raspou a cabeça e costumava chamar Whitmire de “meu adversário de cabelos compridos”.
Olha o filme de campanha de Thompson. Votaria nele? Mesmo derrotado, ele até que animou Aspen: foram 173 votos nele contra 204 em Whitmire.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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