Cultura Pop
David Bowie: The Last Five Years no canal Bis nesta quarta (10)

Só pra avisar: nesta quarta (10), quem for fã de David Bowie que esteja na frente da TV às 21h30. Neste horário, o canal Bis vai exibir The last five years, documentário da HBO que foi lançado no Reino Unido neste domingo (7), um dia antes da data em que o cantor faria 71 anos.
Olha o trailer aí.
https://www.youtube.com/watch?v=OwuuDpwPYxo
O filme foi dirigido por Francis Whately, que havia dirigido também Five years, doc sobre os anos de maior sucesso do cantor (você assiste a esse filme aqui, só que com legendas em italiano). Ao contrário do que aconteceu no documentário anterior, Whately – que aceitou a tarefa após a morte do artista – enfrentou montes de dificuldades. A começar porque Bowie sumiu da mídia em seus últimos anos de vida. O máximo com o qual Whately podia contar era com o acesso rápido a fontes importantes, como os amigos, colaboradores e produtores do cantor em seus últimos projetos.
Whately pegou uma época em que Bowie, já um sessentão, começou a repensar toda a sua vida. Em 2004, o cantor teve um ataque cardíaco após um show na Alemanha. Depois disso, fez aparições, shows e entrevistas contadas. Num papo com a Variety, o diretor recorda que Bowie quis apenas se tornar um homem de família.
“Eu acho que ele pensou: ‘Eu vou ver minha filha (Alexandra, nascida em 2000) crescer, eu quero levá-la para a escola e sair com os outros pais e conhecer seus professores e estar lá para assembleias escolares’, esse tipo de coisa. Eu acho que isso significou muito para ele e ele percebeu que as coisas reais na vida são o que importa. E, claro, um ataque cardíaco faz você reavaliar sua vida”, disse o diretor de The last five years.
A Rolling Stone viu o filme e observou que ele vai bem antes dos tais “últimos cinco anos”. Volta a problemas de saúde que Bowie passou a ter em sua última turnê, e que culminaram no tal ataque cardíaco. Tony Visconti, produtor e amigo de longa data, lembra que o cantor chegou a reclamar de cansaço. “Acho que ele cumpriu todos os seus desejos e sonhos, e ficou um pouco saturado”, recorda.
Esse aí é um show de Bowie nessa turnê, em Tókio.
https://www.youtube.com/watch?v=fz-UqwGy-ck
Bowie, bastante elucidativo, mas parecendo um pouco abatido, numa entrevista na Austrália em 2004. No papo, ele diz que o que moveu seu processo criativo no começo dos anos 1970 era que, no fundo, ele queria escrever musicais para a Broadway.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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