Cultura Pop
Conversas meio loucas na festa da MTV em 1985

Agora que a inauguração da MTV vai fazer quarenta anos (é no dia 1º de agosto!), nada melhor do que relembrar como a produção de clipes e a entrada de grandes hits nos paradões de vídeo da emissora movimentava o mercado da música há quatro décadas. O canal MTV Vault, por exemplo, selecionou entrevistas muito loucas feitas com os popstars que foram ao afterparty do MTV Video Music Awards em 1985, em Nova York. Entre os artistas entrevistados estavam Dave Lee Roth (solo e já longe do Van Halen), Joey Ramone, Rick James, Beastie Boys, Van Halen (com Sammy Hagar) e Run-DMC.
>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando a MTV proibiu um clipe dos Foo Fighters
A galera tinha ficado maluca com o número de comédia realizado por ninguém menos que Eddie Murphy. Rick James chega a falar, de brincadeirinha, que “a MTV teve muita coragem de convidar aquele idiota para se apresentar”. Joey Ramone, pego quase de surpresa ao chegar na festa, foi bastante sincero ao falar do que achou do show da MTV. “Uma parte ou outra eu gostei, sabe? Mas depois de certo tempo, eu achei chato”, disse o ramone, também feliz por ter visto Eddie Murphy em ação.
>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando a MTV e a Rede Manchete quase uniram forças nos anos 1980
Já Morris Day, cantor da banda The Time (ligada a Prince), responde que a melhor parte do show foi “quando eu subi no palco”. Depois, chuva de flashes e corrida de fotógrafos para registrar a chegada triunfal de Grace Jones e seu namorado Dolph Lundgren. Já os Eurythmics garantem que a melhor parte do show foi quando “nosso baixista Dee Dee Ramione quebrou o baixo”. Sim: Dee Dee estava se apresentando com a banda naquela noite.
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Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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