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Cultura Pop

Tem documentário sobre a história do movimento Black Rio no YouTube

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Documentário sobre Black Rio

O livro 1976: Movimento Black Rio, de Luiz Felipe de Lima Peixoto e Zé Octávio Sebadelhe, saiu no ano passado. Comemorou os 40 anos do movimento com entrevistas reveladoras e resgate de várias fotos importantes. E gerou também um documentário de pouco mais dez minutos, que o canal TV da Rua jogou no YouTube. Olha aí, ó. Produção de Zé Octávio e Luiz Felipe Lima, direção de produção de Leo Feijó.

1976: Movimento Black Rio, o filme, funciona como o livro levado para a telinha. E tem entrevistas com nomes como o sociólogo e jornalista Marcos Romão e músicos como Altay Veloso e Toni Tornado. Toni diz que a ideia de organizar os músicos negros num movimento chamado Black Rio veio de 1968. Altay Veloso fala do perigo que era fazer tudo isso na ditadura. “Qualquer ajuntamento era perigoso pro sistema”, diz.

Clicando afrodescendentes há 40 anos, o fotógrafo Januário Garcia diz que Black Rio e movimento negro caminharam lado a lado. Januário presidiu o Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN) e atualmente comanda o Centro de Memória Contemporâneo de Matrizes Africanas. “A gente fazia discurso nos bailes, levava uma coisa mais ideológica, que era importante”, continua.

Agora, para emocionar mesmo qualquer fã de soul nacional, tem o resgate no documentário de algumas entrevistas de Cassiano. O cantor e compositor fala da importância que Primavera (feita por ele e gravada por Tim Maia) teve no cenário. Cassiano não deu entrevista para o documentário. As imagens foram tiradas do making of do disco Rebirth, de 2002, da renovada Banda Black Rio.

Tornado, mesmo ressaltando que se tratava de um movimento inicialmente apenas musical, recorda que todo mundo ficou “visado” nessa época. Olha aí embaixo uma imagem – tirada do vídeo – do dossiê da ditadura sobre a turma que fazia reportagens sobre o movimento Black Rio. Entre eles, Lena Frias, autora da primeira grande reportagem sobre o assunto, no Jornal do Brasil. “A truculência era muito presente nos bailes. Por que? Porque tinha muito negro”, conta Tornado.

Documentário Black Rio

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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