Cultura Pop
Aquele vez em que Keith Richards deu umas porradas num cara na frente das câmeras

O humor de Keith Richards não é das coisas mais tranquilas do mundo. Slash, num encontro breve com ele, viu o guitarrista dos Rolling Stones brincar com uma faca na frente dele e espetá-la numa mesa – Ron Wood, amigo do guitarrista do Guns N Roses, disse a ele que isso era apenas “uma maneira de ele mostrar que é ele que manda”. Aliás, Keith também ameaçou partir para briga, armado com uma faca, com ninguém menos que Donald Trump, anos antes dele virar presidente.
Teve mais: durante as turnês concorridas dos Stones nos anos 1970, quando Keith abusava de drogas, a única pessoa que tinha autorização para acordá-lo era seu filho Marlon. Aliás, o guitarrista dormia com uma arma carregada embaixo do travesseiro, e qualquer outra pessoa que tentasse despertar o músico poderia acabar se dando muito mal.
E isso do vídeo aí embaixo foi o que sobrou para um pobre diabo que aparentemente tentou invadir o palco dos Stones durante uma apresentação em Hampton, Virgínia, no dia 18 de dezembro de 1981.
A banda estava encerrando a apresentação com (I can’t get no) Satisfaction quando apareceu um sujeito no palco, que resolveu partir para cima de Keith e levou umas guitarradas. A Far Out repara que a guitarra de Keith continuou tocando como se nada tivesse acontecido, e nota que Mick Jagger parecia “imperturbável”. De fato, a maneira como o cantor se comporta dá a impressão de que a invasão fazia parte do espetáculo.
“Mas a única razão pela qual fiz isso foi porque a segurança não estava lá. Eles estavam dois passos atrás”, explicou Keith, segundo a mesma Far Out. “Estou de olho nas costas de Mick. Eu não sei para onde esse cara vai… Você sabe que é uma coisa meio automática, instintiva”. O músico disse depois que tomou cuidado para que o sujeito não caísse em cima da bateria de Charlie Watts (não caiu). Resta saber o que rolaria com Keith se essa pancadaria rolasse hoje em dia nos palcos (processinho?) ou se os Rolling Stones fossem uma banda menos poderosa.
Ah sim, nesse papo aqui Keith comenta o assunto, relembra a ocasião e diz que fez um favor pro tal cara. “Ele não passou a noite na cadeia e ainda me deve 200 paus”.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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