Cultura Pop
Aquela vez em que o Green Jelly substituiu o Quinteto Onze e Meia no programa do Jô Soares

O Jô Soares Onze e Meia ousou bastante na época da Copa dos Estados Unidos, em 1994. O programa do SBT mudou-se para o Hollywood Center Studios e as transmissões rolaram de lá, a partir de julho, com direito a convidados “especiais” que estavam ali pelos EUA na época. Daniela Mercury foi lá durante a mixagem de seu disco Música de rua (1994) e conversou com o apresentador. O jogador Fio, que trabalhava de entregador de pizza na terra do Tio Sam, também foi lá.
https://www.youtube.com/watch?v=kHu9jWPTer0
Em dia de jogo do Brasil, o programa virava um debate. Olha aí Jô mediando uma conversa com nomes como o jornalista Matinas Suzuki Jr, o jogador Carlos Alberto Torres (por vídeo) e Nelson Motta.
O programa ganhou também uma abertura especial e uma mudança de nome: virou Jô na Copa.
https://www.youtube.com/watch?v=tkwxlnBoUB8
Para quem estiver mais interessado, o site Notícias da TV deu uma aprofundada e uma pesquisa um pouco maior na história toda. A equipe do Jô Soares Onze e Meia viajou para os Estados Unidos e cuidou de todo o programa, com uma sentida exceção: o Quinteto Onze e Meia, banda residente da atração, não viajou com a turma. Jô acabou convidando artistas gringos para ocupar o espaço de Bira, Derico e os outros músicos.
E olha aí quem estava com ele num dos dias do programa: o grupo de heavy metal comédia Green Jelly. A banda havia tido o disco Cereal killer soundtrack (1993) lançado no Brasil pouco antes disso.
https://www.youtube.com/watch?v=35mBMqp2In0
Na época, o Green Jelly – banda que existia desde os anos 1980 e já havia aberto shows para os Ramones vários anos antes de aparecer no Jô – estava abrindo a carteira de empreendimentos. Montou um estúdio de produção de áudio em Hollywood e estava produzindo clipes para outros artistas. Lançou também o disco 333 (1994), um baita fiasco, que foi lançado com estardalhaço pelo selo Zoo Enternainment, mas não vendeu muito. Ganhou também uma versão em vídeo, depois deletada do mercado. Alguns clipes do homevideo de 333 estão no YouTube.
Olha aí o fim de um Jô na Copa com o Green Jelly tendo ao fundo o hit Three little pigs.
https://www.youtube.com/watch?v=sQiNiIzfGQw
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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