Cultura Pop
Anime sua festa com um… mellotron?

O mellotron (teclado utilizado largamente a partir dos anos 1960 para reproduzir sons de orquestra) é o instrumento ao qual todo mundo recorre quando quer dar um som “antigo” a uma determinada música. Sendo mais exato e dando uma demonstração prática: ele é usado quando alguém quer mostrar que ama loucamente Strawberry fields forever, dos Beatles (que abre com um solo de mellotron), ou quer incluir no arranjo de uma canção um som tão mágico quanto o de The rain song, do Led Zeppelin (com arranjo de cordas tocado no instrumento). Virou o primeiro instrumento-base do rock progressivo e da psicodelia, pouco antes desse posto passar a ser ocupado pelo sintetizador analógico Moog.
O que muita gente talvez não faça ideia é que o mellotron, quando surgiu em 1963, tinha um papel bem menos sisudo e mais festeiro. Pra muita gente, era quase um brinquedo (nossa, um teclado que tem trilhas pré-gravadas e imita instrumentos! não é divertido?). Nomes como a Princesa Margaret e o ator Peter Sellers compraram os seus assim que ficaram sabendo que o mellotron entrou no mercado. E dois de seus principais desenvolvedores mostram as possibilidades do Mellotron tocando ritmos de boate, bossas novas e sons alegres nesse vídeo do British Pathé produzido em 1965.
O maestro Eric Robinson, que ficava à frente da orquestra da BBC, abre o vídeo mostrando um dos reis do mellotron, o mágico (!) David Nixon, figurinha da televisão que ajudou pessoalmente no desenvolvimento e na fabricação do instrumento, e volta e meia era visto tocando o seu instrumento na TV e nos palcos. Depois, ele dá lugar a um cara que trabalhou muito para divulgar o mellotron, pouco antes de Beatles, Moody Blues e King Crimson tomarem posse da tecladeira. É o pianista inglês Geoff Unwin, que chegou a trabalhar na EMI, gravadora dos Beatles (hoje com 80 anos, ele já disse em entrevistas que bateu altos papos com John Lennon sobre o mellotron). Ele vivia com o teclado para lá e para cá, em shows, aparições na TV e na composição de trilhas para cinema.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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