Cultura Pop
“… And justice for Jason”: o clássico do Metallica, dessa vez COM baixo

Quando foi admitido no Metallica como baixista no final de 1986, Jason Newsted (que, como é público e notório, já não está na banda há um bom tempo e deu lugar a Robert Trujillo), sabia que seria uma parada indigesta. Substituir o então recém-falecido Cliff Burton não seria nada fácil. O que Newsted jamais poderia imaginar é que seria vítima de bullying, assédio moral e desprestígio dentro do Metallica desde sua entrada. James Hetfield e Lars Ulrich aprontavam coisas como danificar os quartos de hotel nos quais o músico se hospedava, pedir bebidas em nome dele, deixar o baixista sem transporte após shows etc. E, como qualquer fã do grupo sabe, a maior sacanagem aconteceu na gravação do disco “… And justice for all” (1988), o primeiro dele com a banda: apagaram o baixo de Newsted e deixaram o grupo só com voz, guitarra, bateria e um “fantasma” de tom grave (se você NUNCA ouviu o disco, confira aí embaixo).
Na época, como se sabe hoje, isso deu uma baita merda: recentemente, o engenheiro de mixagem do disco, Steve Thompson, entregou que o responsável pela cagada foi o baterista Lars Ulrich. Mesmo arriscando colocar a qualidade do disco a patinar, Lars ordenou que o técnico deixasse o som do baixo apenas com volume suficiente para que o LP duplo não ficasse desprovido de notas graves. Tudo porque o músico queria que a bateria ficasse com o som que ele desejava. “Cheguei a falar com ele: ‘Você está brincando, certo?. E ele: ‘Não, pode abaixar tudo’. Baixei e ele me pediu para reduzir mais cinco decibéis. Na hora, só olhei para o James Hetfield (vocalista e guitarrista) e perguntei: ‘Ele está mesmo falando sério?'”, contou Thompson (leia mais sobre isso aqui, em inglês).

Bom, o que importa é que um/uma fã do Metallica decidiu fazer justiça a Jason Newsted a seu modo: pegou “… And justice for all”, mexeu no som do baixo num estúdio caseiro e soltou no YouTube “… And justice for Jason”, versão do álbum com o som do instrumento ligeiramente superior ao LP/CD/arquivo digital oficial que os fãs já conhecem. Olha aí.
Nos comentários, os fãs mudaram os nomes das músicas para homenagear Jason.

Vingança dos baixistas: um fã gravou as músicas do disco usando só baixo, e soltou no YouTube.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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