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Cultura Pop

Soundgarden e a missão científica de gravar “Kickstand”

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Soundgarden grava Kickstand

Em 1993, o apresentador e jornalista de ciências Bill Nye, conhecido como “Science Guy”, decidiu apresentar em seu programa um episódio sobre “som”, com técnicas de gravação e mixagem. E quem a produção decidiu visitar para mostrar como se gravava um disco? O Soundgarden, que andava trancafiado no estúdio Bad Animals, de Seattle, fazendo o disco Superunknown.

O grupo (desfalcado do vocalista Chris Cornell) e o produtor Adam Kasper davam uns tratos em Kickstand, parceria de Chris e Kim Thayil (guitarra) que seria um dos singles do disco. Kasper mostrava o que era uma mesa de som de 48 canais. “Você pode colocar um instrumento em casa canal, isolar instrumentos individuais na fita…”, demonstra Kasper, deixando soar apenas a bateria e mostrando como obtinha mais ganho sonoro nos tambores. Depois, no fim, todos gravam as palmas da música, timidamente (sim, tinha o som de bater de palmas na música, se você nunca ouviu).

Nye, que além de professor, cientista e professor universitário, adora dançar e participou até de uma temporada do Dancing with the stars, deve ter adorado. Olha o cara riscando o salão aí, ao som de Weird science, do Oingo Boingo, tema do filme Mulher nota 1000.

Kim Thayil e Ben Shepherd (baixo do Soundgarden) falaram depois sobre como foi receber a equipe de Bill por lá. Declarações tiradas do link do YouTube do vídeo.

Bill Nye estava montando um episódio cujo tema era “som”, e eles perguntaram se podiam espreitar as maquinações de um estúdio de gravação. Eles conseguiram fazer imagens da banda e de Adam Kasper na mesa de mixagem (Kim Thayil)

Então, Bill Nye, o Science Guy entrou e tocamos Kickstand para eles. Eu acho que era logo antes de começarmos a mixar. A gravação foi feita e fizemos um segmento inteiro. (Ben Shepherd)

Sempre curtimos programas educativos para crianças. Até falamos toda hora que se pedissem para irmos à Vila Sésamo, iríamos. Não é brincadeira! (Kim Thayil)

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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