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Cultura Pop

Will To Power e o rolê da homenagem furada a Miami Vice

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Muita informação de uma vez, mas vamos lá: o Will To Power, cujo nome veio mesmo da “vontade de potência” do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, era um grupo dance-pop do Sul da Flórida que conseguiu bastante sucesso nos anos 1980.

Eles tinham esse visual bandoleiro-motociclista da foto acima. E torturaram ouvidos com um medley dance de Baby, I love your way, de Peter Frampton, e Freebird, do Lynyrd Skynyrd, lançado em single em 1988. Era isso aí, ó.

Essa música chegou ao topo do Hot 100 da Billboard em dezembro de 1988 e tocou em rádio até no Brasil. Como se não bastasse, entrou em trilha de novela. Daqui a pouquinho ela começa a tocar em O salvador da pátria, que está passando no Canal Viva.

O grupo foi fundado por um produtor de Miami, Bob Rosenberg, que até hoje mantém a banda. O sucesso do tal medley aconteceu antes que a Epic pudesse pegar a banda, já que ele resolveu distribuir cópias da música em fita a DJs de rádio e garantiu um excelente airplay antes mesmo de ter um disco lançado.

O Will To Power era mesmo chegado em versões. Se você escutou no rádio uma releitura pop para I’m not in love, do 10cc, lá por 1990, eram eles. E também fez sucesso.

Em 1985 não havia ainda Will To Power. Havia Bob Rosemberg solo, querendo lançar sua primeira música. Bob teve uma ideia que parecia genial: inspirou-se no sucesso do seriado Miami Vice e compôs uma música chamada… Miami Vice. Lançou com o nome de Vigilante por um selo chamado Pantera Records. “Originalmente, eu a tinha como uma faixa de hip hop downtempo. A Pantera me contratou e queria que soasse mais latino”, explica Bob no texto do vídeo no YouTube.

Bob só não contava que o óbvio fosse acontecer: a MCA Records, que lançara a trilha sonora do seriado policial, foi em cima, processou a gravadora e obrigou a empresa a recolher os discos. “Eu sugeri que renomeássemos a faixa e apenas comprássemos mais etiquetas. A Pantera, não muito inteligentemente, decidiu desistir totalmente e me pediu para fornecer novas músicas”, escreveu Bob, meio arrependido de ter assinado com o selo. Depois, ele fez uma breve carreira solo antes de começar o Will To Power.

Via The Jitney

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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