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Cultura Pop

Isolaram os vocais de David Bowie – e você nunca mais vai ouvir “Space oddity” do mesmo jeito

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Isolaram os vocais de David Bowie - e você nunca mais vai ouvir "Space oddity" do mesmo jeito

No recente documentário da BBC, “The last five years”, sobre (como diz o nome) os últimos cinco anos da vida de David Bowie – morto em janeiro do ano passado – o produtor Tony Visconti fala sobre suas lembranças da época em que produziu o último álbum do cantor, “Blackstar”. Disse que “pelos 4 ou 5 minutos em que ele estava cantando, ele poderia derramar seu coração para fora” – opinião bastante equilibrada, em se tratando de um sujeito que esteve por trás de várias gravações de Bowie. Para quem está com saudade desse carisma vocal de Bowie, uma turma montou um canal no YouTube, o Bowie Vocals, especializado em gravações dele com vocais isolados. Olha aí.

“SPACE ODDITY (BACKING VOCAL TRACK)”: Só os vocais de fundo de Bowie na canção, gravados alguns tons acima da linha vocal que possivelmente você cantarola quando pensa na música. O resultado lembra o mesmo tom dramático que ele atingia em suas gravações pós-anos 1980, e dá uma leitura completamente diferente de “Space oddity” (parece outra canção, sem brincadeira).

“BLUE JEAN”: Os vocais e o coral do refrão da música – todos feitos pelo artista principal.

“IT AIN’T EASY”. Essa regravação do cantor country Ron Davies é tida por muita gente como uma canção meio apagada dentro de “Ziggy Stardust” (1972) – no disco, entrou no lugar de outra cover, a de “Amsterdam” (de Jaques Brel), tirada fora da seleção final. A voz de Bowie soa estridente e fina demais até para os seus padrões vocais no começo dos anos 1970.

“UNDER PRESSURE”. Para ensinar alguém a cantar, e a sério: os vocais de David Bowie e de Freddie Mercury na música, isolados. Emocionante.

“LADY STARDUST”: Bowie no vocal e no pandeirinho de uma das músicas mais bonitas de “Ziggy Stardust”.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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