Cultura Pop
U2 Cover no Verão Vivo da Band (lembra disso?)

Não existe programa mais chato do que, no verão, ficar em casa vendo TV e observar pessoas se divertindo no próprio verão. O engraçado é que isso dá bastante audiência – tanto que durante vários anos a Band usou a marca Verão Vivo para uma série de eventos realizados na estação, incluindo clipes com a “garota Verão Vivo” e shows realizados no litoral paulista.
Alguns dos vídeos que foram jogados no YouTube rendem momentos de diversão para uns e outros. Se alguém, por exemplo, sentir saudade do U2 Cover (a banda cover mais ilustre dos anos 1990, que chegou a ter cachê mais caro que o Nenhum de Nós), é só conferir esse trecho da apresentação do grupo no Verão Vivo (provavelmente foi em 1992, já que tem até músicas do “Achtung baby”, disco do U2 de 1991).
Esse grupo de heavy metal que se apresentou em 1988 no Verão Vivo, o Proteus… O vocalista é a cara do Ciro Bottini, do Shoptime, não é? Bom, na verdade É o Ciro Bottini.
https://www.youtube.com/watch?v=JMzNDuolYDM
Aqui Ciro, muitos anos antes do “compre! compre!”, choca geral dedicando uma música “às mulheres que nunca tiveram sua primeira noite. Não deve ter muitas aqui, mas tudo bem”.
E isso aí é a pós-adolescente Adriane Galisteu de Garota Verão Vivo em 1989.
https://www.youtube.com/watch?v=fWEX9NCgdYw
Em 1988, mesmo ano em que o Proteus passou por lá, os gaúchos dos Replicantes se apresentavam no Guarujá (SP) no Verão Vivo e mostravam para o povão o que era uma roda de pogo (conheço pelo menos duas pessoas que não sabiam da existência de gente que se divertia em shows massim). Eles estavam lançando o segundo disco, “Histórias de sexo e violência” (1987) mas o repertório era da estreia “O futuro é vortex” (1986): “Surfista calhorda” e “Hippie-punk-rajneesh”
Vera Viel, casada até hoje com o apresentador Rodrigo Faro, foi Garota Verão Vivo em 1994.
https://www.youtube.com/watch?v=ztR2VhVh_Iw
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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