Cultura Pop
Tudo sobre new wave, numa antiga Bizz

Quem não tinha grana para comprar revistas importadas nos anos 1980, precisava se virar com a revista Bizz, da Editora Abril. Não havia internet na época (jura?) e as informações sobre discos importados demoravam bastante tempo até chegar aqui. Fora que não era das coisas mais tranquilas obter informações históricas que hoje você consegue com meia dúzia de cliques. O lançamento de livros sobre música no Brasil acontecia a passos de tartaruga, certas ramificações da música pop (como new wave e pós-punk) não estavam sendo reportadas a toda hora em jornais e revistas e ia por aí.
Daí que muitos fãs de new wave tiveram suas vidas marcadas pelo lançamento, em 1987, de uma revista especial da Bizz sobre o estilo. New wave – Tudo o que você devia saber sobre o estilo mas não tinha a quem perguntar trazia uma bela foto de Debbie Harry (Blondie) na capa e era dividia em seções bem didáticas, indo para o começo do rock novaiorquino, passando pelo punk, pelo pós-punk, pelo tecnopop e chegando até mesmo ao rock industrial. Foi a bíblia de muita gente que leu essa revista na hora certa (no caso, não era uma hora tão certa assim, já que a tal edição especial da Bizz foi para as bancas aqui no Brasil quando a new wave já tinha bem uma década de nascimento).
E esse post é só para avisar que um sujeito chamado Marcus digitou TODO O CONTEÚDO da revista e subiu tudo na internet. Pode ser lido aqui.
https://twitter.com/_tatarana/status/1182265150591700992
https://twitter.com/_tatarana/status/1182265656496013314
“Numa tarde qualquer da primavera de 1984, sem mais nem menos, as FMs brasileiras foram tomadas por Legal tender dos B-52’s e Beautiful world do Devo. Pronto! A ‘niu uêive’ tinha invadido o Brasil.
Considerando-se que o verdadeiro vigor criativo desse saco de gatos pode ser dado como morto em uma tarde qualquer entre 81 e 82, a tal new wave não só chegou bem atrasada como permaneceu até hoje distorcida, pesada, vista e avaliada como caricatura deste punhado de representantes: Devo, B-52’s, a cara de Nina Hagen estampada em camisetas.
Este suplemento especial foi concebido, portanto, para jogar alguma luz sobre o assunto, suas origens, paralelos com o punk, e ramificações pós-punk.
Uma das revelações que podem parecer surpreendentes é a new wave não representar nenhuma ruptura. Foi muito mais a sobrevivência de um veio aberto pelos Stooges e pelo Velvet Underground, levada por bandas de Nova York como o Television e os New York Dolls, pouco após a dissolução dos grupos citados”.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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