Cultura Pop
Tourists: Eurythmics antes dos Eurythmics

Antes de gravarem In the garden, primeiro disco dos Eurythmics, em 1981, Annie Lennox e Dave Stewart eram integrantes de uma banda chamada The Tourists. O som até que tinha um pouco a ver com o dos Eurythmics. Mas boa parte do material era composto pelo líder do grupo, o cantor e guitarrista Peet Coombes. Se você nunca ouviu, olha aí I only want to be with you, de 1979, com Annie no vocal. A música não é da banda – é uma releitura de um sucesso de Dusty Springfield, e fez sucesso com eles.
Esse é um dos primeiros hits do grupo, Blind among the flowers. Letra e música de Coombes, que divide os vocais com Annie.
Até o momento, Dave Stewart tinha levado uma vida que muitos fãs de músicas como Sweet dreams nem imaginariam. Era hippie desde a adolescência, experimentou ácido aos 16, assinou contrato aos 18 com o selo Rocket, de Elton John (com sua banda de então, Longdancer). Na época, o futuro músico dos Tourists e co-líder dos Eurythmics mal tinha dinheiro para comprar um simples papelote de cocaína (meu Deus, coitado!) e convivia com um patrão que tinha montanhas de pó em casa. Conheceu Annie como garçonete num restaurante de comida saudável e convenceu a futura namorada (e futura ex-namorada, condição sob a qual atravessariam três décadas de Eurythmics) a largar tudo e virar artista.
Os Tourists foram o primeiro projeto de Stewart e de Annie fora do universo meio hippie do qual tinham vindo – e que geraria o pop-rock-de-sintetizador-meio-psicodélico dos Eurythmics, alguns anos depois. Infelizmente Tourists não chegou a ser uma banda das mais populares. Dave lembrou em entrevistas que Coombes tinha problemas gravíssimos com drogas – e o líder do grupo acabou morrendo em 1997, depois de um bom tempo sumido.
Isso aí são os Tourists dando uma entrevista em 7 de setembro de 1980, na época do lançamento do single I only want to be with you. Annie e Dave tomaram conta de boa parte do papo. A banda fala um pouco sobre como resolveram gravar o sucesso de Dusty e negam que o som deles seja, er, um revivalismo dos anos 1960.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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