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Cultura Pop

The Better Beatles: uma banda norte-americana feita para irritar beatlemaníacos

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The Better Beatles: uma banda norte-americana feita para irritar beatlemaníacos

“Não penso na gente como uma homenagem ou um insulto. Depende de quem está ouvindo, do público”, conta o baterista da banda americana dos anos 1980 The Better Beatles, Jay Rosen. Sim, você leu direito: havia nessa época uma banda em Omaha, Nebraska, chamada The Better Beatles. E o objetivo deles era reler as canções do quarteto de Liverpool em versões doentes de tão tortas – mais malucas até do que a releitura clássica do Devo para “(I can get no) Satisfaction”, dos Rolling Stones – usando baixo, bateria, vocais chapados e órgão Korg.

 

O site do grupo (confira aqui) tem, além de reportagens e fotos de gravações em estúdio, uma entrevista detalhada com a banda, contando toda a história do quarteto – cuja formação incluía Rosen, Kurt Magnuson (baixo), Dave Nordin (teclados) e Jean pSmith (voz). Em 1981 o grupo chegou a gravar um LP inteiro, cujo conteúdo provocaria náuseas em beatlemaníacos de mau humor. Tem uma versão alegre para “Eleanor Rigby”, o lado psicótico de “Penny Lane”…


O disco acabou sendo reduzido para um single com “Penny Lane” e “I’m down”, lançado por um selo chamado Woodgrain Records. O restante do material só seria escutado em 2007, num CD de nome irônico, “Mercy beat”, um trocadilho entre “mercy” (piedade) e “Mersey Beat” (revista sessentista de rock, editada em Liverpool, que deu vários furos dos Beatles e era editada por um ex-chapa de escola de John Lennon).

Era zoação, mas não era por mal. O grupo realmente adorava os Beatles. Para praticar, Jay Rosen levava até seus songbooks de Lennon & McCartney para os ensaios. “Tiramos as músicas do lugar sagrado que elas habitavam. Era como se disséssemos ‘olha, não temos medo dos seus deuses'”, disse Jay. “Adoraria que John Lennon tivesse ouvido o que fizemos. Já o Paul, nem tanto. Acho que ele seria o tipo de cara que ficaria ofendido”.

E aí, curtiu?

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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