Cultura Pop
The Beetle: aquela história assustadora que rivalizou com Drácula

Drácula, de Bram Stoker, ninguém discute, virou um dos textos que servem para explicar a história da cultura gótica no mundo. O que muita gente não lembra é que por bem pouco, o conto de Stoker não foi eclipsado por outro conto que fez bastante sucesso no século 19. Era The Beetle: A mistery (O Besouro: Um Mistério, 1897), de Richard Marsh.

Um texto publicado na comunidade The Gothic Vault lembra da história, e recorda que The beetle começou sua serialização dois meses antes da publicação de Drácula. O título inicial era The peril of Paul Lessington: The story of a haunted man (O perigo de Paul Lessington: A história de um homem assombrado).
“A publicação da primeira edição em forma de volume em setembro de 1897 foi uma sensação literária com três reimpressões no ano, e vinte e quatro edições até 1927, superando as vendas de Drácula, de Stoker. Foi transformado em filme mudo já em 1917. No entanto, com o lançamento da adaptação de Nosferatu de F.W. Murnau, o personagem de Marsh foi cada vez mais foi negligenciado, enquanto a estrela de Drácula ascendia”.
Não achei o tal filme no YouTube. Mas tem um humilde audiobook com toda a história, que dura mais de onze (!) horas.
Olha o enredo aí:
“Robert Holt, um funcionário sem dinheiro, entra em uma casa estranha para passar a noite lá. Ele encontra um besouro grande e é hipnotizado até a paralisia. O besouro assume uma forma humana chamada de árabe. Ele envia Holt para a casa de Paul Lessington, membro da Câmara dos Comuns, para roubar o conteúdo de uma gaveta protegida. O árabe vê através de seus olhos e o ordena para a frente. No entanto, Lessington o surpreende com as cartas roubadas e Holt grita com uma voz que não é o seu próprio ‘The Beetle’, quando Lessington fica incapacitado. As cartas que Holt entrega aos árabes são cartas de amor para uma mulher, Marjorie Lindon, que podem comprometer Lessington. O envolvimento do jovem com Lindon é mantido em segredo porque o pai dela é um oponente político.
Um dia, o árabe aparece no laboratório de Sydney Atherton, que também é apaixonado por Marjorie Lindon, e pede que ele junte forças. Atherton declina quando percebe que o árabe tem os olhos de um hipnotizador. Mais tarde, quando Atherton e Lessington falam sobre superstições antigas e religiões extintas, o último traz transmigração e escaravelhos e ele admite que uma vez viu um sacerdote de Ísis se transformar em escaravelho. Quando Lessington está prestes a sair, ele vê a imagem de um escaravelho e fica tão incapacitado quanto antes quando Holt gritou ‘The Beetle’ … [Se estiver interessado, leia o romance e descubra como a história continua]”
O Gothic Vault aposta que o romance não teve a mesma permanência do Drácula por um motivo básico: a história fica arrastada depois de um certo momento, e não é clara na hora de explicar porque o tal do Besouro tem tanto mistério em torno de si, e como é sua metamorfose. De qualquer jeito, foi uma história notável pelo uso do hipnotismo e a tal figura parece mesmo representar uma ameaça para a Inglaterra, como o Conde Drácula. Enfim, só lendo.
Olha aí mais capas, ilustrações do livro e até uma imagem do autor.

Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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