Cultura Pop
Aquela vez (aliás aquelas vezes) em que Terry Jones apresentou uma série de história medieval

Olha por onde que Terry Jones, do Monty Phyton (morto aos 77 anos em 21 de janeiro após lutar contra a afasia degenerativa) andava lá por 2004. Ele estava aproveitando todo o seu conhecimento de história medieval (ele era realmente um historiador, além de humorista, escritor e roteirista) para escrever e apresentar a série Terry Jones’ Medieval lives, produzida para a BBC.
A série durou oito episódios e todos estão numa playlist no YouTube, lá em cima. A ideia de Terry era, entre outras coisas, destruir certos mitos e apresentar provas de que muita coisa que as pessoas têm como “fatos históricos” são impressões. Num episódio, ele conta que o rei Ricardo I (aquele mais conhecido como Ricardo Coração de Leão) era um péssimo monarca e só estava pensando em se aproveitar da Inglaterra para se favorecer na guerra. E que por outro lado, Ricardo III foi um rei bem interessante para o país.
O talento de Terry como historiador o ajudou em quase toda a sua carreira no Monty Phyton. Ele co-dirigiu Em busca do Cálice Sagrado ao lado de Terry Gilliam e comandou O sentido da vida e A vida de Brian. Terry também escreveu livros históricos e infantis e, em 1995, escreveu e apresentou outra série sobre o universo medieval para a BBC, Crusades, na qual aparecia usando até roupas de época para explicar determinados fatos. “Meu tema constante é que o mundo medieval é semelhante ao nosso, pois as mesmas pessoas sempre tiram vantagem das mesmas pessoas”, disse Jones aqui. “A humanidade não muda ao longo dos séculos”.
https://www.youtube.com/watch?v=XHQ89qChw1Y&list=PL9EYRt_jL-OfEuCIEsTpXD3b1T8dc9R6R
Aí em cima, uma playlist com tudo da série.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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