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Cultura Pop

E o Teen Spirit continua!

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E o Teen Spirit continua!

Tem uma conhecida marca de desodorante feminino que “não te abandona”. Com o Teen Spirit, marca norte-americana que passou para a história como a inspiradora de Smells like teen spirit, clássico do Nirvana (não foi bem assim), rolou o mesmo, apesar dos pesares. A marca tá aí até hoje, embora seja vendida em escala bem menor do que lá pelo começo dos anos 1990 e tenha apenas duas fragrâncias, das dez que oferecia no auge do sucesso.

Olha aí um dos primeiros comerciais da marca, em 1988.

Um clássico dos anos 1990 por causa dos perfumes com nomes bacanas como “brisa da Califórnia”, “rosa romântica” e “talco de bebê”, o Teen Spirit era um dos maiores sucessos da perfumaria Mennen Company até 1992. Até que a empresa foi adquirida pela Colgate-Palmolive, justamente na rabeira do sucesso do Nirvana, e o perfume passou a vender que nem água. O sucesso levou a Colgate-Palmolive a despejar nas lojas uma linha de produtos para os cabelos inspirada no Teen Spirit, inclusive com os mesmos nomes das fragrâncias. Deu mais ou menos certo, mas não ficaria muito tempo no catálogo da empresa.

Olha um comercial dessa linha de shampoos aí.

O sumiço dos shampoos Teen Spirit das prateleiras coincidiu – segundo um artigo da InStyle – com o fato de Smells like teen spirit, single do Nirvana ter sido substituído nas paradas por outras músicas do disco Nevermind (1991), como Come as you are, single subsequente. O desodorante continuou e, com o tempo (e com as trocas de guarda no próprio mercado pop), foi perdendo espaço.

E vale citar que a música do Nirvana não foi inspirada pela marca Teen Spirit. A história toda (você possivelmente sabe) surgiu quando Kathleen Hanna e Tobi Vail, do Bikini Kill, foram bêbadas a uma mercearia e riram bastante do astral patricinha dos perfumes da empresa. “Quem nomeia um desodorante Teen Spirit? Qual o cheiro do espírito adolescente? Maconha misturada com suor? O cheiro de quando você vomita em seu cabelo em uma festa?”, reclamou Kathleen aqui.

A musicista rabiscou “Kurt smells like Teen Spirit” na parede do quarto de Kurt e acabou inspirando Kurt, que resolveu fazer uma música com esse nome – mas não fazia ideia de que se tratava de um desodorante. Na época, várias revistas publicaram versões diferentes da história: a de que um amigo teria pichado a frase na porta da casa de Kurt, ou que teria sido uma música em homenagem a Tobi Vail porque ela usava Teen Spirit. “A única participação dela na história foi estar na loja com a gente naquele dia”, conta Kathleen.

Mais Nirvana no POP FANTASMA aqui.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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