Cultura Pop
Uma camiseta para quem é MUITO fã do “Spaghetti incident”

Já sei: você é fã pra burro do disco The spaghetti incident?, do Guns N’Roses. E não tem medo de estampar sua paixão no peito. Aliás, não só no peito, como na barriga, nos ombros, nas costas… Enfim, se você não tem vergonha de andar pela rua parecendo um pacotão de miojo só para homenagear seu disco preferido, compre ou peça de presente esse novo modelo de camiseta com a capa do disco lançado pela banda em 1993.

A t-shirt tá custando US$ 45 na Born Rocker, uma confecção que não economiza em camisetas com estampas um tanto… Bom, “peculiares” é um modo de descrevê-las. Não basta os caras homenagearem discos e roqueiros. Capas de discos clássicos ocupam toda a extensão de certas camisetas. Olha essa do The rise and fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars, do David Bowie.

Já essa é com a capa de Second sighting, disco de 1988 do Frehley’s Comet, banda do ex-guitarrista do Kiss, Ace Frehley. Na minha época de adolescência em Niterói, chamávamos esse tipo de camiseta de “farol de milha”.

Não basta ter peito para ser fã de Prince, é preciso andar com Prince no peito. Aliás na barriga também.

Se você for muito fã de Glenn Danzig, tá aí o que você queria. Melhor que isso, só se a camiseta desse a real impressão de que você está com o peitoral definido.

No Instagram da marca, você vê mais exemplos. Quer sair com seu corpo coberto pela Doro Pesch?
Ver essa foto no Instagram
Dependendo do raio da circunferência da sua barriga, você pode deformar a coitada da Stevie Nicks.
Ver essa foto no Instagram
As duas camisas mais discretas da marca são do Black Sabbath. Ei, queremos essas de presente!
Ver essa foto no Instagram
Ver essa foto no Instagram
Não há como negar o empenho da Born Rocker em fugir do usual camisa-preta-ou-branca-com-capinha. Em alguns casos, adotam cores que são pouco ortodoxas até para camisas que NÃO são de bandas. E cobrem verdadeiramente o fã com o disco preferido. Pra chamar a atenção numa festa e mandar bala num “cheguei, galera! Sou fã do Houses of the holy, do Led Zeppelin”, só comprar esse modelo.
Ver essa foto no Instagram
Não basta ter peito para ser fã de Guns N’Roses, é preciso… enlouquecer a anatomia humana e estampar o peito de Axl Rose nas costas.
Ver essa foto no Instagram
Peraí, agora sim o esquema “cheguei para abalar” da Born Rocker deu certíssimo. Phil Lynott fala por você.
Ver essa foto no Instagram
Jacoby Shaddix, vocalista do Papa Roach, posando consigo próprio. Outro modelo da marca.
Ver essa foto no Instagram
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.







































