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Cultura Pop

Rubik, the amazing cube: é, teve isso

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Rubik, the amazing cube: é, teve isso

O site Cartoon Brew, dedicado a antigos desenhos animados, deu uma detonada de último grau no alegrinho Rubik, the amazing cube. “Um dos desenhos animados mais idiotas já inventados por executivos de redes e impingidos às crianças, naqueles dias profundos e sombrios das manhãs de sábado”, escreveram lá.

Maldade: Rubik, the amazing cube, que durou apenas uma temporada (foi de 10 de setembro a 10 de dezembro de 1983) e de todo modo não fez sucesso, tinha a sacação de aproveitar uma das modas recentes da molecada no começo dos ano 1980 (o cubo mágico, objeto de desejo até mesmo de adolescentes que jamais teriam paciência para deixar todas as cores iguais). E dava uma crescida de olho para o público latino-americano, com a contratação de dubladores como o ítalo-americano Ron Palilo e o descendente de espanhóis e irlandeses Michael Saucedo, e com a criação de personagens como o trio de irmãos Carlos, Lisa e Reynaldo Rodriguez.

Por acaso tinha gente que era bem fã do seriado, ou que pelo menos tinha recordações bem alegres daquilo tudo. Isso porque chegaram a criar até mesmo um site de fãs, que contava a história de Rubik, the amazing cube (batizado assim por causa do criador do quebra-cabeças, o húngaro Ern? Rubik) e destrinchava episódio por episódio. O site se perdeu na poeira da internet. Nada que a Wayback Machine não resolva.

Aliás, vale lembrar: não era nada estranho fazerem um desenho animado sobre um cubo falante. A cada ano, as estações de TV colocavam no ar novos desenhos animados aos sábados de manhã. E os protagonistas eram quase sempre personagens de videogames ou brinquedos conhecidos. E como o próprio site de fãs de Rubik lembra, esses desenhos eram aguardados com a mesma ansiedade que os reality shows são esperados nos dias de hoje.

Rubik, the amazing cube, começava quando o cubo caía do caminhão de um mago malvado. O cubo tomou vida quando resolveram o quebra-cabeças. Daí ele falava e tirava as crianças de encrencas, como nas lutas dos três irmãos com os magos – ou em brigas diárias e mais triviais, como quando Carlos enfrentou um valentão na disputa por uma namorada na escola.

Os pais das crianças não sabiam do cubo (num espelho meio distorcido do imaginário infantil de Peanuts). O brinquedo passava a maior parte do tempo no bolso de Carlos. E nos roteiros (feitos para serem assistidos por crianças pequenas), os bons eram muito bons, os maus eram muito maus e não havia meio-termo, não. Aliás, quer uma relação dos vilões de Rubik? Tá aí.

Por sinal, adivinha só quem cantava a música de abertura de Rubik, the amazing cube? Sim, eles mesmos, o Menudo, pouco antes de estourarem no Brasil com o hit Não se reprima.

E se você ficou curioso com o desenho, pega aí inteirinho o especial de Natal de Rubik, incluindo os comerciais.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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