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Cultura Pop

Rolling Stones muito loucos, em quatro vídeos dos anos 1960

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No comecinho da carreira, o empresário Andrew Loog Oldham criou o famoso slogan “você deixaria sua filha se casar com um Rolling Stone?”. Isso lá para 1963, 1964. Poucos anos depois, no fim da década, os Rolling Stones tinham se transformado numa central massiva de drogas, sexo grupal, envolvimento com pessoas sombrias e namoros nada tímidos com ocultismo e satanismo – por intermédio das relações da galera com o cineasta Kenneth Anger. Exercendo o poder dentro da esfera pop como nunca, os Stones decididamente não estavam nem aí se alguém queria deixar ou não uma garota casar com eles.

Esse filtro “loucão” deixou escoar vários produtos lançados pelos Stones no fim da década. Incluídos aí vários singles, pelo menos um álbum (Their satanic majesties request, de 1967), iniciativas no cinema (Performance, com Mick Jagger, e a trilha composta pelo vocalista para Invocation of my demon brother, de Anger) e na televisão (Rolling Stones rock’n roll circus). De Performance já falamos aqui uma vez, porque soltaram no YouTube os extras lançados na versão DVD do filme.

Rolling Stones muito loucos, em quatro vídeos dos anos 1960

Provavelmente não passou despercebida para os maiores fãs a linguagem caótica de algumas aparições do grupo na televisão na época. Quando saiu Their satanic…, o grupo investiu num clipe, na época em que eles não eram muito comuns. 2000 light years from home ganhou um vídeo psicodélico, com Mick Jagger usando pintura de guerra. Ficou parecendo uma figura criada pelo próprio Kenneth Anger. Na verdade, o vídeo foi dirigiido por Michael Lindsay-Hogg, o mesmo que cuidaria de Let it be (1970), filme dos Beatles.

https://www.youtube.com/watch?v=a7FKsWyLIfE

Pouco tempo antes, em agosto de 1967, os Stones lançaram um single que não vazaria para nenhum álbum. Circunscrito à época das prisões de Mick Jagger e Keith Richards por drogas, We love you tinha participações de John Lennon e Paul McCartney nos vocais, saiu com o tema infantil Dandelion no lado B, e ganhou um clipe dirigido por Peter Whitehead em que Jagger, Richards e Marianne Faithfull (mulher do vocalista na época) encenam o julgamento do escritor Oscar Wilde, por atos homossexuais numa Inglaterra ainda BASTANTE conservadora. O Top Of The Pops se recusou a exibir o vídeo, que ainda traz cenas da gravação da faixa, com Brian Jones totalmente siderado, além de imagens de balbúrdia em shows.

Em 1968, saiu o single Jumpin’ Jack Flash. Também ganhou clipe dirigido por Lindsay-Hogg e TAMBÉM trazia Jagger com pintura de guerra.

https://www.youtube.com/watch?v=bA0JYF4LMWQ

No lado B de Jumpin’ Jack Flash tinha Child of the moon – a música mais bonita já feita por Jagger e Richards, por sinal. Ganhou um clipe extremamente surrealista, o melhor feito pela banda na época. Uma mesma personagem é interpretada na juventude por Dame Eileen Atkins, e na velhice por Sylvia Coleridge. E deixa Jagger, Richards, Jones, Wyman e Watts intrigados. O clipe também é de Lindsay-Hogg.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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