Cultura Pop
Quando São Paulo descobriu o rock francês

O rock francês nunca chegou a invadir o Brasil – infelizmente. Mesmo bandas como Les Rita Mitsouko, queridíssimas em seu país de origem, não se tornaram exatamente cultuadas por aqui. Teve o Phoenix, que virou sensação indie. Teve Plastic Bertrand, que virou curiosidade. E Johnny Hallyday, que ganhou alguns fãs. Mas o número de fãs brasileiros do pop-rock feito na França nunca justificou dizer que houve sucesso.
Houve tentativas. Em 1988, o Comando da madrugada, de Goulart de Andrade, mostrou a ocasião em que a tradicional boate paulistana Up & Down fez uma festa só de pop francês. Tinha rolado um comecinho de interesse pelo pop feito por lá, graças a Vanessa Paradis, com Joe le taxi (que desembocou na versão gravada por Angélica, Vou de táxi) e o consulado francês achou que dava pé criar uma noite só dedicada ao pop-rock do país.
Na festa, a turma dança ao som de músicos como Jean-Louis Aubert – ex-líder de uma espécie de Dead Boys local, o Téléphone. Banda boa, por sinal. Aubert levava adiante uma carreira de cantor e compositor ligado ao art rock local.
Numa determinada hora, pouco antes do repórter em ação (que não é Goulart de Andrade) ser flagrado soltando um “legal pra caralho” ao observar a dança de um casal (que ele quase mata de susto, quando aborda os dois em busca de uma entrevista), alguém cita o Les Rita Mitsouko como um grande exemplo do rock francês.

Dupla formada pelo guitarrista Fred Chichin e pela cantora Catherine Ringer, o LRM merecia um post só deles no POP FANTASMA: uma banda francesa que gravou discos produzidos por Conny Plank e Tony Visconti e que, em 1988, fazia sucesso na França com um dueto com nada menos que os Sparks, em Singing in the shower.
Essa música saiu no terceiro disco dos Rita Mitsouko, Marc & Robert (1988), já gravado inteiramente em inglês. Fred morreu em 2007 e Catherine continua solo.
Pega aí o vídeo (é em 1988, não 1987).
Mais Goulart de Andrade no POP FANTASMA aqui.
Ah, o amigo Rodney Brocanelli, do Radioamantes, informa sobre o repórter.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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