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Cultura Pop

“Risky”: Ryuichi Sakamoto e Iggy Pop em 1987

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"Risky": Ryuichi Sakamoto e Iggy Pop em 1987

O radialista, podcaster e comentarista de música Derrick Gee destacou em seu canal no Tik Tok em dezembro de 2022 que o recém “ido” Ryuichi Sakamoto fez, em 1987, um dos seus menos conhecidos feats. E foi justamente num de seus álbuns mais celebres por, digamos assim, acompanhar tendências.

Neo geo, álbum do músico japonês lançado em 1º de julho de 1987, era o álbum de “world music” de Ryuichi. Numa época em que (Gee destaca) Sting virava jazzista, Peter Gabriel unia sonoridades consideradas “étnicas” no disco So (1986), Paul Simon unia música pop e sons da África do Sul em Graceland (1986), lá vinha o ex-integrante da Yellow Magic Orchestra responder à altura, unindo sons do Japão, hip hop, música eletrônica e funk.

A lista de músicos do disco assusta: Bill Laswell (baixo, co-produção ao lado de Ryuichi), Sly Dunbar (bateria), Bootsy Collins (baixo), Tony Williams (bateria), David Van Tieghem (percussionista e designer sonoro, colaborador de nomes como Laurie Anderson e Brian Eno). E ninguém menos que… Iggy Pop, o tal feat pouco celebrado de Ryuichi. Ele faz os vocais em Risky, terceira faixa do disco.

Risky ganhou dois clipes diferentes, ambos dirigidos por Meiert Avis, irlandês que dirigiu um monte de vídeos para o U2 (With you without you e Where the streets have no name entre eles), além de Patti Smith (People have the power), Psychedelic Furs (Until she comes), Audioslave (Like a stone) e outros. O clipe da versão editada contém um pouco menos, digamos, de sensualidade, que o da versão de 12 polegadas.

Num universo bastante robótico, Ryuichi contracena com uma modelo e apresenta trechos da letra (além de palavras destacadas) feitas com luz. O site Faena destaca que o clipe é uma homenagem aos universos do pintor e fotógrafo norte-americano Man Ray, e do escritor e filósofo transumanista Fereidoun M. Esfandiary, conhecido como FM-2030. “O vídeo apresenta um caso de amor imaginário entre um robô e um dos modelos de Man Ray em Paris no final dos anos 1930”, diz o texto.

Olha aí as duas versões do clipe.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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