Cultura Pop
Quer Justin Bieber em ritmo de bossa nova? Pega aí

Aparentemente tudo, inclusive Ramones, Madonna e Rihanna, já foi relido em ritmo de bossa nova – um gênero que, nos olhares (e ouvidos) de muita gente, soa mais como música de elevador do que como aquele famoso-estilo-musical-que-o-Brasil-exportou. Só faltava mesmo era um álbum com os hits de Justin Bieber no mesmo ritmo de Garota de Ipanema. Certo?

Não falta mais. Aliás nunca faltou: desde 2010, quando Bieber era apenas um adolescente criando barba, com poucos hits a ocuparem as rádios, já existia uma coletânea de canções do astro pop na “batida diferente”. Olha aí.
Bossa nova salute to Justin Bieber contém dez músicas lançadas nos primeiros discos de Bieber, o EP My world (2009) e o álbum My world 2.0 (2010), todas na onda da bossa no… Calma que não é bem isso. One less lonely girl virou uma canção acústica comum. Somebody to love virou música latina. Baby virou bossa nova de gringo. Never let me go vai na mesma. Tudo é muito bem tocado, vale dizer. Mas se interessa a fãs de Bieber, só Deus sabe.
E nessa época em que se discute tanto a questão dos artistas falsos no Spotify, um detalhe engraçado é que esse disco é apenas uma das 55 obras (!) gravadas por um grupo chamado Bossa Nova All-Star Ensemble. O primeiro álbum dessa turma a ser postado no Spotify é um compêndio de 32 músicas lançado em 2010 chamado Bossa nova goes pop!. No repertório, músicas de artistas e grupos como Train (Hey, soul sister), David Guetta (a versão de Sexy chick é até hoje a música mais popular do Ensemble, por sinal), Lady Gaga (Bad romance), One Republic (All the right moves) e outros. Olha o disco aí.
Azucrine aquele seu amigo que odeia Nickelback com a versão deles para Never gonna be alone.
Nem só de releituras de música pop vive essa turma, já que o disco mais recente, Bossa nova paradise, tem realmente canções brasileiras e temas clássicos do estilo.
Jogamos um veneninho ali em cima com relação a “artistas falsos”, mas vale dizer que vários discos creditados ao nome Bossa Nova All-Stars Ensenble apresentam colaborações (todas encontráveis no Spotify) de artistas bem verdadeiros. Muitos deles, por sinal, italianos, como o violonista Alessandro Schittone, o guitarrista Daniele Bragaglia e a cantora e violonista Manuela Ciunna. A saxofonista carioca Daniela Spielmann também tem seu nome creditado numa das músicas. Essa é a Manuela tocando e cantando (em português com leve sotaque) Gente humilde, de Garoto, Chico Buarque e Vinicius de Moraes.
Aliás, fique aí com um dos singles mais recentes creditados Bossa Nova All-Star Ensemble: a versão bossa para o tema de Walking dead.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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