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Cultura Pop

Quando Ozzy Osbourne foi para um rehab “aprender a beber”

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Quando Ozzy Osbourne foi para um rehab "aprender a beber"

Em 1996, Ozzy Osbourne estava de volta à mídia com o lançamento do festival Ozzfest, cuja primeira data rolo em Phoenix, Arizona, em 25 de outubro daquele ano. Também continuava na turnê de lançamento de Ozzmosis, seu disco de 1995, puxado pela faixa Perry Mason – e que inclusive trouxe Ozzy ao Brasil, em shows no Rio e São Paulo. E naquele ano, ele também deu uma entrevista ao programa do radialista Howard Stern contando uma bizarra experiência recente na clínica de reabilitação Betty Ford.

O músico tinha uma relação de para-e-anda com as drogas fazia tempo. E, depois de uma época em que as coisas começaram a ficar especialmente perigosas, o rehab tornou-se uma bandeira para, antes de tudo, manter sua carreira e seu casamento com Sharon Osbourne (por sinal, carreira e casamento interligados, já que ela é sua empresária). A experiência lá acabou sendo, er, sui generis. A começar porque Sharon disse que ele seria internado para aprender a “beber como um cavalheiro”.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Uma conversa franca com Ozzy Osbourne sobre sexo na TV

“Fui pra lá com um terno, tipo, Giorgio Armani e gravata e estava numa de ‘alguém pode me dizer onde ficam os coquetéis?’ E todos me olhavam como se eu tivesse acabado de chegar de Marte!”, disse Ozzy, respondendo a Stern que, sim, perguntou na clínica de reabilitação onde ficava o bar. “Foi o que eu fiz, cara! Foi o único jeito da Sharon me colocar no maldito lugar!”

Detalhe que Ozzy ainda levou drogas para a clínica: estava com o bolso cheio de cocaina, Valium e seringas. Só se deu conta do que estava acontecendo quando mandaram que o cantor esvaziasse os bolsos. “A única forma da minha esposa me convencer a ir foi falando, tipo, ‘Olha, eles vão te ensinar a fazer direito’. Sabe, porque eu achava que estava fazendo errado — eu sempre acordava em lugares bizarros e inesperados”.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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