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Cultura Pop

Imagens históricas do movimento punk de Fortaleza nos anos 1980

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Imagens históricas do movimento punk de Fortaleza nos anos 1980

Não estranhe se lá pelos 2:30 da primeira parte de “O movimento punk de Fortaleza na década de 1980” (um compilado de imagens históricas e algumas entrevistas feitas em VHS, na época) você vir uns metaleiros cabeludos no palco. Um cearense que frequentou bem esses palcos durante o período explica no sistema de comentários que se trata da banda Leprous, “única banda de metal que tinha uma abertura no meio punk, devido à atitude politizada das letras, e o comportamento dos componentes, que beirava a loucura”. O grupo, que ainda existe, é flagrado aí num show no Teatro São José, em 1988, em meio a fãs com camisas dos Ratos de Porão (a capa do LP “Crucificados pelo sistema”) e jaquetas do Exploited.

Pois é: se o movimento punk paulistano foi bastante documentado em livros como “Livin la vida tosca”, autobiografia de João Gordo escrita ao lado do jornalista André Barcisnki, e em documentários como “Botinada”, de Gastão Moreira, a agitação em outras regiões do Brasil ainda está precisando ser documentada direito. A história do movimento punk do Ceará, segundo esse texto aqui, vem de outros levantes de roqueiros do subúrbio, que procuravam coisas para fazer no fim de semana, e das várias competições entre as mais diversas turmas de Fortaleza.

Algumas entrevistas merecem destaque: aqui o repórter chega para um cara e pergunta “aí, lesado, o que é ser punk pra você?” (curiosamente o entrevistado, um operário, diz que “ser punk é ser contra a anarquia”).

E abaixo você confere as outras partes do doc. A parte II abre com um papo bem interessante com alguns punks de Fortaleza, em que há discordância entre alguns deles sobre o assunto “homossexualidade” (“punk não dá a b…, não”, diz um deles, antes de ser interrompido por uma garota que defende os gays). Assuntos como aborto (igualmente polêmico entre garotos e garotas do movimento) também surgem no papo.

Na parte III, logo no começo, uma turma senta na calçada e faz um corinho com “Johnny” e “Papai Noel velho batuta”, dos Garotos Podres. Também tem entrevistas.

“Ninguém aqui quer ser burguês… mas todo mundo aqui quer viver melhor”, diz um punk. Um papo com operários ligados ao movimento abre a parte IV.

Na parte V, um punk, em casa, fala sobre o começo do movimento e sobre as gangues em Fortaleza. Não pegue no blusão do cara: ele fica puto.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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