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Cultura Pop

Prince era fãzão de Joni Mitchell

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Prince era fãzão de Joni Mitchell

Nos anos 1970 tinha um futuro astro pop na plateia de Joni Mitchell. E a cantora nunca esqueceu disso. Tanto que certa vez declarou que Prince era o artista influenciado por ela do qual ela mais gostava.

“Prince foi a um de meus shows em Minnesota. Lembro-me de vê-lo sentado na primeira fila quando muito jovem. Ele devia ter cerca de 15 anos, estava sentado no corredor e tinha olhos extraordinariamente grandes. Assistiu a todo o show com o colarinho levantado, olhando para os lados. Você não podia sentir falta dele – ele era um pequeno príncipe”, disse ela certa vez à New York Magazine.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Prince: saiu uma nova edição do vídeo de While my guitar gently weeps

Segundo ela, Prince chegou a mandar uma carta de fã, cheia de “u” no lugar do “you” e de corações. O escritório que cuidava da carreira de Joni pensou que se tratava de um maluco e quase jogou a correspondência no lixo.

Prince era fã mesmo: apesar de nem sempre falar abertamente sobre suas influências, vocais e melodias parecidas com as de canções como Help me podem ser muito encontradas em seu trabalho. Ainda que Joni seja uma cantora folk e Prince seja o hedonista genial que fez discos como Dirty mind (1980) e Lovesexy (1988).

>>> Veja também no POP FANTASMA: E Prince ficou de fora de We Are The World

Help me, ALIÁS, é a canção de Joni da qual Prince mais gostava. Ele também fez uma versão de A case of you (que ele mudou de nome para A case of U) em 1983, mas a cover ficou inédita até 2001. Recentemente o disco Piano & a microphone 1983, o primeiro a explorar o material do chamado “Prince vault”, trouxe essa faixa em versão de voz e piano (falamos disso aqui). E em 1985, Prince afirmou que não se apaixonava por um disco havia dez anos, porque o último havia sido The hissing of summer lawns, álbum de Joni de 1975.

Mais: Joni lembrou depois em outras entrevistas que Prince tirou coisas “dela e de Sly Stone” e que o cantor certa vez lhe mostrou uma paisagem harmônica da música Paisley Park, perguntando se ela sabia de onde ele tinha tirado. “E ele disse: ‘De você’. Não consegui ouvir”, disse.

Via Far Out Magazine

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Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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