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Pophouse entertainment: a empresa do cara do ABBA que comprou os direitos do Iron Maiden

Nesta terça (14) correu a internet a piada de que o ABBA agora é dono do Iron Maiden. Explicando melhor: Bjorn Ulvaeus, um dos dois sujeitos da banda fundada por dois casais (e que não são mais casados há décadas, como você deve saber), é dono hoje da empresa sueca Pophouse entertainment. E essa firma adquiriu uma participação nos direitos autorais e de gravação das músicas do Iron Maiden, além dos direitos de nome, imagem e do icônico mascote Eddie.
Subitamente, um monte de gente começou a fazer piadas com o assunto (“pô, que legal, vai sair então o mashup Super trooper!“, vai por aí). Vale dizer que o tal contrato da Pophouse com o Iron prevê algo que vai bem além do tradicional empresa-compra-o-catálogo-de-banda-famosa. A ideia é ampliar o universo do grupo. Entre os projetos já confirmados estão um filme baseado na atual turnê Run for your lives, novas experiências imersivas para os fãs e a criação de um universo digital centrado em Eddie.
Fundada em 2014, a tal da Pophouse, vale igualmente dizer, não é só de Bjorn. O músico tem como sócio o investidor Conni Jonsson, criador do grupo de private equity EQT. E ela surgiu com a ideia de desenvolver projetos de entretenimento ligado à música na Suécia, além de espaços culturais. A história do ABBA, claro, sempre foi uma das razões da empresa existir: ela participa do desenvolvimento do universo da banda.
O diferencial da Pophouse é justamente esse. Enquanto fundos como Hipgnosis ou Primary Wave metem um olho enorme no rendimento financeiro dos direitos autorais, a Pophouse só passou a comprar royalties em 2022, e procura transformar artistas em “franquias de entretenimento”. O melhor exemplo é o espetáculo ABBA Voyage, em Londres: em vez de um show nostálgico tradicional, a empresa criou avatares digitais hiper-realistas dos integrantes, acompanhados por uma banda ao vivo, num projeto que virou um enorme sucesso comercial. E também tem o ABBA The Museum.
Inclusive, você já deve ter esbarrado com o nome da Pophouse por aí, já que eles andam trabalhando com outros artistas. Olha a turma aí:
Swedish House Mafia: a Pophouse adquiriu os masters e os direitos editoriais, além de formar uma parceria para expandir a marca do trio.
Avicii: a empresa comprou 75% do catálogo em acordo com a família do DJ morto em 2018, e também administra a Avicii Experience.
Cyndi Lauper: ela adquiriu a maior parte dos direitos do catálogo de Cindy para desenvolver novos projetos de entretenimento.
Kiss: talvez o negócio mais ambicioso da empresa até recentemente. A Pophouse comprou músicas, marca, imagem e propriedade intelectual da banda por um valor estimado em mais de US$ 300 milhões. A ideia? Produzir shows com avatares digitais, além de filmes, documentários e experiências imersivas.
Tina Turner: em março, a Pophouse adquiriu os direitos de imagem, nome e a maior parte dos direitos sobre seu catálogo, e indica que novos projetos vêm aí.
Um detalhe que dá pra perceber disso tudo aí: a Pophouse parece ter uma espécie de, digamos, curadoria. Em vez de comprar centenas de catálogos, ela prefere artistas com identidades visuais muito fortes e cujo imaginário pode render experiências além da música – uma parada meio Disney. Tanto que nomes como ABBA, Kiss, Iron Maiden e Tina Turner são interessantes e reconhecíveis até mesmo por quem nunca ouviu um disco inteiro deles.
Com relação ao Maiden e a Pophouse, a primeira colaboração entre as duas partes já tá rolando: é a Infinite Dreams Museum Experience, atração lançada durante o EddFest, na Inglaterra, com itens históricos, experiências interativas e conteúdos exclusivos para os fãs.
“Os fãs podem ter certeza de que há muito mais por vir para o Maiden. Eddie vai reinar”, declarou ninguém menos que Rod Smallwood, empresário do grupo, avisando que a parceria vai tirar do plano das ideias um monte de outros projetos.
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Bong Brigade transforma crítica aos EUA em clipe de “Adeus América”

RESUMO: Bong Brigade lança clipe de Adeus América, crítica aos obstáculos impostos pelos EUA aos brasileiros. A faixa antecipa o álbum Pouca nota, muita música.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Lançado em julho, o single Adeus América, da banda Bong Brigade, acaba de ganhar clipe. Ele é mais um single que adianta o álbum Pouca nota, muita música, próximo lançamento do grupo, previsto para 20 de setembro.
A música fala da rejeição que os Estados Unidos têm em relação ao povo americano, com tantos tarifaços e dificuldades de acesso (“não me querem lá / me dificultam pra chegar / e dizem não, não, não, não, não / adeus América”) – ou seja, nada a ver com a imagem de “terra de liberdade” que eles querem passar. A faixa foi gravada por Maurício Cajueiro e mixada por Artie Oliveira. Já a animação é assinada por Gustavo Cordena, com artes de Daniel Ete.
Pouca nota, muita música é uma coletânea com faixas dos três álbuns do Bong Brigade em mixagens diferentes e versões remasterizadas, além de duas inéditas. O álbum sai em formato digital pela Lixorama Discos e em LP pela Neves Records. E nesta sexta (28) saiu mais um single do grupo, Ninguém disse nada. Você vê o clipe e ouve o single aí embaixo.
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Catiça transforma frase do desenho do Pica-Pau em declaração de amor à música

RESUMO: A paranaense Catiça lança Em todos esses anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece, segundo single do disco Cereja de xuxu, misturando punk, hardcore, metal e humor inspirado no Pica-Pau.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Bernardo Sardi / Divulgação
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Aguarde para breve singles com nomes como Ah, ele quer dar uma de fantasminha, Você disse… pipoca? e Obrigado, amigo, você é um amigo. Brincadeira, mas inevitável diante do single novo da banda paranaense de punk + metal Catiça: Em todos esses anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece, igualmente herdado do desenho do Pica-Pau como as frases anteriores.
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Esse é o segundo single que antecede o novo disco, Cereja de xuxu, que chega ainda este ano. E ele funciona quase como uma metalinguagem da banda, usando música para falar sobre música. “É sobre o prazer de fazer o som que a gente faz”, comenta o vocalista Nobu. “Minha declaração de amor à música e à fase que a gente tá vivendo”.
O single novo é o segundo lançamento pela Deck, depois da curta e grossa Pé vermei. É também o terceiro lançamento da banda em 2026 – em fevereiro lançaram em edição independente o EP Bongada massiva. O grupo une punk, hardcore e metal, além de acidez nas letras, e é formado por Nobu (Lucas Waricoda, vocais), Dedé (André Melo, baixo), Wiu (William Lopes, guitarra) e Jordão (Diego Jordão, bateria).
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Elton John volta a 1995 em show histórico no Rio, agora nos cinemas

O release avisa que “Elton John não estará presente no evento” (sério?). Mas vale avisar aos fãs que a Universal Music Brasil divulga que nesta segunda, 31 de agosto, às 20h, o show de Elton John realizado no Rio de Janeiro em 1995 vai ganhar sessões especiais e gratuitas nos cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro, em versão remasterizada, A oportunidade rola poucos dias antes do cantor voltar ao Brasil para um show no Rock In Rio.
As sessões acontecerão simultaneamente no Shopping Jardim Sul, em São Paulo, e no UCI New York City Center, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Gravado em 25 de novembro de 1995, durante a Made in England Tour, o show reuniu aproximadamente 40 mil fãs no Estádio do Flamengo, no Rio de Janeiro.
O repertório percorre alguns dos momentos mais celebrados de sua carreira, com clássicos como I’m still standing, Sacrifice, Daniel, Don’t let the sun go down on me, Bennie and the Jets… além de músicas do então recém-lançado álbum Made in England.
Os ingressos são gratuitos, mas sujeitos à disponibilidade – a essa altura talvez seja meio complexo, mas tenta aí.
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SERVIÇO
ELTON JOHN – LIVE IN RIO 1995 | SESSÕES ESPECIAIS NOS CINEMAS
Data: Segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Horário: 20h
RIO DE JANEIRO
UCI New York City Center
Barra da Tijuca
SÃO PAULO
Shopping Jardim Sul






































