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Drama: banda gótico-industrial volta falando em dificuldade para dialogar no single novo

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Drama - Foto: Divulgação

RESUMO: A banda carioca Drama completa 20 anos com Onde isso vai parar?, single que mistura industrial e gótico para falar sobre dificuldade de dialogar.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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“E onde isso vai parar?” É a pergunta que move o novo single da Drama, banda carioca que chega aos 20 anos de atividade mantendo uma combinação pouco comum no rock brasileiro: industrial, gótico e letras em português.

Formada em 2006 pelo vocalista e compositor Eddie Torres, a Drama atravessou duas décadas entre álbuns, EPs e singles e voltou recentemente de uma pausa com uma nova formação. Onde isso vai parar? é o terceiro lançamento dessa retomada, depois de Obrigado e Surfando no clonazepam.

Produzida pela própria banda em parceria com Rafael Ribeiro, da Dragon Quarter Music, a faixa traz referências de Nine Inch Nails, Marilyn Manson e Rammstein. A letra parte de uma sensação bastante contemporânea: a dificuldade de conversar em uma sociedade cada vez mais dividida. “Desde a pandemia, começamos a ver o mundo enlouquecer”, diz Torres. A música fala de famílias rompidas e amizades transformadas em conflitos. “Cada um se apega às próprias ideias e perdemos a capacidade de dialogar, de encontrar um rumo para a nossa evolução”, afirma o vocalista. A pergunta do título, portanto, permanece sem resposta.

A comemoração das duas décadas também deve render material do passado. A Drama planeja lançar um EP com seis músicas dos primeiros anos da banda, algumas delas conhecidas pelos fãs por meio de demos que circularam no underground, mas que nunca chegaram oficialmente aos serviços de streaming. A ideia é regravá-las preservando parte da sonoridade original, inclusive com os sintetizadores utilizados na época.

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Elton John volta a 1995 em show histórico no Rio, agora nos cinemas

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Elton John volta a 1995 em show histórico no Rio, agora nos cinemas

O release avisa que “Elton John não estará presente no evento” (sério?). Mas vale avisar aos fãs que a Universal Music Brasil divulga que nesta segunda, 31 de agosto, às 20h, o show de Elton John realizado no Rio de Janeiro em 1995 vai ganhar sessões especiais e gratuitas nos cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro, em versão remasterizada, A oportunidade rola poucos dias antes do cantor voltar ao Brasil para um show no Rock In Rio.

As sessões acontecerão simultaneamente no Shopping Jardim Sul, em São Paulo, e no UCI New York City Center, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Gravado em 25 de novembro de 1995, durante a Made in England Tour, o show reuniu aproximadamente 40 mil fãs no Estádio do Flamengo, no Rio de Janeiro.

O repertório percorre alguns dos momentos mais celebrados de sua carreira, com clássicos como I’m still standing, Sacrifice, Daniel, Don’t let the sun go down on me, Bennie and the Jets… além de músicas do então recém-lançado álbum Made in England.

Os ingressos são gratuitos, mas sujeitos à disponibilidade – a essa altura talvez seja meio complexo, mas tenta aí.

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SERVIÇO

ELTON JOHN – LIVE IN RIO 1995 | SESSÕES ESPECIAIS NOS CINEMAS
Data: Segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Horário: 20h

RIO DE JANEIRO
UCI New York City Center
Barra da Tijuca

SÃO PAULO
Shopping Jardim Sul

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Nouvelle Vague leva Depeche Mode para o jazz em versão de “Only when I lose myself”

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Nouvelle Vague leva Depeche Mode para o jazz em versão de "Only when I lose myself"

RESUMO: O Nouvelle Vague transforma Only when I lose myself, do Depeche Mode, em uma versão jazzística com metais, vocais de Mélanie Pain e guitarra de Pedro Baby.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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Ouvir que uma banda fez uma versão meio bossa de um som dos anos 1980 dá um certo nervoso, sabemos – a primeira coisa que vem na mente são aquelas versões de sala de espera de médico. Não quando o responsável é o Nouvelle Vague, coletivo francês especializadíssimo em verter os sons do pós-punk e da new wave para o estilo, deixando caber também referências da chansong francesa.

E no dia 30 de outubro, eles vão lançar A date with Depeche Mode, álbum dedicado ao repertório da banda inglesa. A terceira prévia do disco é Only when I lose myself, com vocais de Mélanie Pain. Lançada originalmente pelo Depeche Mode em 1998, ela ganha aqui uma leitura próxima do jazz, com metais e uma instrumentação que muda completamente sua atmosfera. E ainda tem brasileiro na história: Pedro Baby, na guitarra, se junta aos metais e à base rítmica para construir uma versão que aproxima a composição de 1998 de uma tradição de jazz orquestral.

Mélanie Pain, uma das vozes mais associadas à história do Nouvelle Vague, retorna ao projeto para cantar a faixa. Sua interpretação mantém o caráter melancólico da composição, mas na mesma pegada jazz da versão.

Abaixo, você ouve a música, vê a capa do disco e a lista de faixas.

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Capa do disco A date with Depeche Mode, do Nouvelle Vague

LISTA DE FAIXAS:
01. Enjoy the silence
02. Never let me down again
03. Only when lose myself
04. Shake the disease
05. A question of lust
06. Behind the wheel
07. Personal Jesus
08. Halo
09. Leave in silence
10. Any second now
11. Just can’t get enough
12. Stripped
13. Ice machine

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WAY ensina em “20 anos” que pista de dança é lugar de liberdade

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WAY - Foto: Bruno Silva / Divulgação

RESUMO: O pernambucano WAY lança 20 anos, single que defende a pista de dança como espaço de liberdade, diversão e fuga da apatia, antecipando seu primeiro álbum.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Bruno Silva / Divulgação

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“A pista de dança está morta”. A frase de Charli XCX foi entendida por muita gente como um diagnóstico da relação atual do pop com a noite. Mas WAY prefere responder de outro jeito: dançando e fazendo dançar. O cantor e compositor pernambucano lança 20 anos, seu primeiro single de uma nova fase, acompanhado de videoclipe.

A música nasce de uma ideia simples: ainda existe espaço para sair, dançar, se divertir e usar a pista como lugar de liberdade. “Acho que a gente tem que dançar, sim, e por isso estou lançando 20 anos como single de estreia. Eu quero convidar as pessoas a dançarem comigo e quero fazer com que elas sintam vontade de se libertarem do que quer que esteja lhes prendendo, e que elas sintam vontade de sair e curtir e aproveitar a vida da melhor forma possível. É um convite pras pessoas a dançarem através da vida e assim encontrarem sua melhor versão”, diz.

WAY chega à música depois de uma trajetória que também passa pelo teatro. Duas de suas montagens já circularam por escolas públicas pernambucanas: Nidinho, o astronauta! (texto adaptado de um de seus contos) e Frei Caneca: Voz da liberdade. Ele também atuou em em peças como Só mais um, Entre nós e Vale da estranheza. Em 2018, gravou ME, sua primeira música solo, e passou a produzir singles e vídeos de forma independente. Agora, prepara o primeiro álbum, do qual 20 anos é a primeira amostra.

O álbum sai pela produtora Câmbio Sonoro, que produziu também single e clipe. Thiago Brandão gravou os instrumentos, fez os arranjos e assina direção, fotografia, roteiro, edição e finalização do vídeo. Bruno Brandão responde pela luz, enquanto Bruno Silva fez as fotos. A parceria começou em 2024 e, segundo WAY, ajudou a organizar uma carreira que até então era construída de forma mais solitária.

“É irônico porque meu nome é WAY, que significa ‘caminho’, mas eu não sabia para onde ir, eu estava perdido e eles me mostraram um jeito novo de fazer minha arte e colocar minha arte pro mundo”, diz ele, que cresceu ouvindo Sandy & Junior, Wanessa Camargo, Xuxa e Angélica, além de divas pop internacionais. Também teve contato com a música gospel por influência da mãe.

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