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Cultura Pop

Aquela vez em que Popeye homenageou Star Wars

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Aquela vez em que Popeye homenageou Star Wars

Patrimônio da cultura pop e dos desenhos animados norte-americanos, o Popeye ganhava um novo show na emissora CBS em setembro de 1978, The all-new Popeye hour. A emissora – diz o definitivo livro Popeye: An illustrated cultural history, de Fred Grandinetti – estava conseguindo sucesso com cartuns clássicos todo sábado de manhã: Mr.Magoo e Supermouse faziam parte da grade.

Aquela vez em que Popeye homenageou Star Wars

Parecia uma boa ideia reavivar, com novas produções, um dos maiores clássicos das telinhas. Ainda que o bom e velho Popeye esbarrasse num problema: muita gente achava que o desenho, baseado nas brigas de um marinheiro (Popeye) e de um boa-vida machão (Brutus) pelo amor de uma garota (Olivia Palito) era violenta demais para as crianças do fim dos anos 1970. Jack Mercer, “voz” de Popeye e um dos roteiristas da nova série, particularmente não via problemas na tal “violência”, até porque os desenhos antigos continuavam sendo exibidos e faziam sucesso.

Seja como for, um providencial bombril foi passado nas gags antigas e a nova fase de Popeye surgiu na telinha com a missão de se comunicar com as novas gerações e as manias dos anos 1970. Olha aí Spinach fever, um jazz em cima de Os embalos de sábado à noite, com Gugu (aquele do “eu lhe pagarei na terça-feira se me pagar um hambúrguer”) dando uma de DJ.

Olha aí Olívia Palito dando uma de cheerleader em Olive goes Dallas. Se alguém da produção deu uma risadinha lembrando do filme pornô Debbie does Dallas, só Deus sabe.

E agora pega aí Close encounters of the third spinach, uma zoação simultânea com Contatos imediatos do terceiro grau (Close encounters of the third kind, no original) e Star wars. Brutus, que por aqueles tempos havia trocado de nome para Bluto (por causa de direitos autorais relativos ao nome original do personagem), vira Darth Bluto. Popeye vira uma espécie de Luke Skywalker de brincadeira, chamado Pop-Star. O mago Alta-Poppa, que ajuda Popeye, é uma espécie de Obi-Wan Kenobi, Gugu dirige um boteco-nave chamado Space Burger… E claro que Popeye vai tentar resgatar Olívia Palito das garras do rival.

O novo show de Popeye ficou no ar até 1983. As aventuras do personagem e de sua turma ainda seriam modificadas a pontos de incluírem uma série do Popeye nas cavernas e um outro seriado, que teve 16 episódios em 1981, chamado Private Olive Oyl, em que Olívia Palito e a amiga Alice entravam para o exército e encaravam a temida Sargento Megera – o SBT passou isso à exaustão nos anos 1980.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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