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Cultura Pop

POP FANTASMA apresenta o clipe de “Nonato”, de O Branco E O Índio

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Definida como “art-rock-pop-experimental-psicodélico”, a banda carioca O Branco E O Índio lançou o segundo disco no ano passado, Plantas renováveis. Batemos até um papo com eles para saber mais da banda e do álbum. Agora o grupo (formado por Flavio Abbes, voz e guitarra; Bruno Rezende, voz e guitarra; Roberto Souza, baixo e Pedro Serra, bateria) solta o primeiro clipe, o de Nonato. O POP FANTASMA mostra o vídeo em primeira mão.

O clipe de Nonato surge em clima tão experimental quanto o som do grupo – já que se trata de um clipe-instalação-performance feito por intermédio de instalações feitas por Flávio Abbes, que é artista visual e trabalha com fitas adesivas.

“A gente lançou o disco no final do ano passado sem nenhum clipe, porque não queria que as pessoas fossem influenciadas por imagens ao ouvir o som. Hoje em dia este vínculo é praticamente automático e muitas vezes acabamos não gostando de uma música por causa do clipe. Achamos legal cada um ter a liberdade de criar sua própria imagem a partir do som, que já é um universo em si só”, afirma o grupo inteiro, por e-mail.

Nonato tem uma letra bastante simplificada (“eu não sei o que dizer, eu não sei o que fazer”). No clipe, o baixista Roberto Souza é “pacificamente envelopado e preso ao chão para só no final, após ser amordaçado e vendado, se rebelar e lutar pela sua liberdade” (diz o release). “A letra  foi o ponto de partida para tratar do amordaçamento e da luta pela liberdade. Que assim como a letra, pode ter várias conotações – artística, existencial, política…”, conta novamente a banda.

POP FANTASMA apresenta o clipe de "Nonato", de O Branco E O Índio

Ah, Nonato não tem esse nome à toa: ela é uma homenagem simultânea à banda alemã Neu! e a João Donato. O quanto tem na música de João Donato e o quanto tem do Neu!? “Na parte A da música, a melodia tem relação direta com a música do João Donato. E na parte B rola uma certa batida ‘motorik’ do Neu! e um riff com clima Sonic Youth, mas tudo com a cara misturada do O Branco E O Índio”, dizem. A banda já faz projetos para um próximo clipe: deve vir o de Orelha negra por aí.

Pega o clipe de Nonato aí.

 

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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