Cultura Pop
Podcast: O estranho encontro entre Pere Ubu, James Gang e Rob Tyner no INVISÍVEL

Nessa edição do INVÍSIVEL, que cada vez mais tem funcionado como um encarte especial auditivo do POP FANTASMA, unimos a sem-noçãozice de G.G. Allin, a fase solo de Rob Tyner do MC5, três bandas da cidade de Cleveland, as fases punk de Flea, do Red Hot Chili Peppers e de Duff McKagan, do Guns N Roses, o punk desafiador do The Dicks e as capas de discos transformadas em desenhos horrendos do Paint. Curte aí, ouve aí, divulga aí (Ricardo Schott)
01 G.G. Allin – “Anti-social masturbator” (3:13)
02 Rob Tyner – “Blood brothers” (4:13)
03 May Blitz – “Snakes and ladders” (4:39)
04 Pere Ubu – “Non alignment pact” (3:20)
05 Rocket From The Tombs – “What love is” (3:39)
06 James Gang – “Funk #49” (3:54)}
07 The Pop’s – “O som imaginário de Jimi Hendrix” (3:25)
08 Lovin Spoonful – “Butchie’s tune” (2:37)
09 Darker My Love – “Backseat” (3:15)
10 Fear – “Now your dead” (2:09)
11 The Dicks – “Rich daddy” (2:28)
12 The Fartz – “Children of the grave” (cover do Black Sabbath) (2:19)
13 Einstürzende Neubauten – “Haus der lüge” (4:30)
14 Run-D.M.C. – “Rock box” (5:27)
15 Jimi Hendrix Experience – “Love or confusion” (3:16)
No BG:
Kitchens of Distinction – “Drive that fast”
MC5 – “Kick out the jams”
Kenny Loggins – “Footloose”
Led Zeppelin – “When the levee breaks”
Sex Pistols – “Problems”
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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