Cultura Pop
Podcast: The Bats (foto), Anthrax e Blondie no novo INVISÍVEL

Outro dia batemos um papo aqui no site sobre as covers meio aleatórias que o Anthrax andou fazendo: os caras fizeram releituras de Smiths, Joe Jackson, Husker Du, muita coisa que você jamais imaginaria que uma banda de metal curtiria gravar. Nessa edição do INVISÍVEL – que a partir de agora passa a ser transmitido também pela webradio Mutante Radio toda quinta 23h – pusemos duas covers bacanas que eles fizeram, mas fomos direto aos originais em duas músicas. Lembramos bandas que muita gente não se lembra, como Ursa Major, Stackridge, The Glands, The Bats (rock neozelandês dos anos 1980), Ambrosia… E falamos um pouco do novo do Blondie. Tá bem legal! Curte aí.
01 Anthrax – “The bends” (cover do Radiohead) (3:52)
02 Francisco Egydio – “Como uma onda” (cover do Lulu Santos) (3:16)
03 Aztec Camera – “Just like the USA” (4:03)
04 Anthrax – “Celebrated summer” (cover do Husker Du) (4:27)
05 The Police – “Next to you” (2:52)
06 The Smiths – “London” (2:06)
07 Ursa Major – “Liberty and justice” (5:50)
08 Stackridge – “The last plimsoll” (4:31)
09 Ambrosia – “Nice, nice, very nice” (5:51)
10 Blondie – “My monster” (3:29)
11 The Tubes – “White punks on dope” (6:46)
12 Flo & Eddie – “Illegal, immoral and fattening” (3:16)
13 The Bats – “Made up in blue” (4:02)
14 The Glands – “Livin’ was easy” (3:34)
15 Squeeze – “Pulling muscles (from the shell)” (4:00)
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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