Urgente
Palco Supernova do Rock In Rio: João Gordo e Asteroides Trio estão no line-up de 2026

A organização do Rock in Rio anunciou nesta quinta (21) o line-up do palco Supernova, espaço dedicado a artistas em ascensão e novos talentos dentro do festival. Diogo Defante, MC Taya, Supercombo e até uma homenagem a Ramones feita por João Gordo e Asteroides Trio estão na lista do palco para este ano.
O festival acontece entre os dias 4 e 13 de setembro de 2026, na Cidade do Rock, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Confira a seguir as atrações do palco Supernova.
4 de setembro (sexta):
Chady
Artista surpresa
Larissa luz
Diogo Defante
5 de setembro (sábado):
Zero
Mc Taya
Lvcas
Supercombo
6 de setembro (domingo):
João Gordo & Asteroides Trio
Matanza Ritual
Bayside Kings
O Escritório
7 de setembro (segunda):
Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee
11 de setembro (sexta):
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
12 de setembro (sábado):
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
13 de setembro (domingo):
Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena
Nesta quinta-feira, dia 21, o Grupo Sony Music Brasil e o Rock in Rio Brasil anunciaram a renovação da parceria para a edição de 2026 do festival – e a parceria é ligada diretamente à curadoria do Palco Supernova, já que ele é realizado por intermédio da marca Filtr Music Brasil, plataforma de curadoria musical da Sony Music Brasil.
O anúncio da renovação foi feito em coletiva de imprensa realizada na Cidade do Rock, com a participações de Wilson Lannes, COO do Grupo Sony Music Brasil, Zé Ricardo, Vice-Presidente Artístico da Rock World e Roberto Verta, curador do Palco Supernova, e Ana Deccache, Diretora de Marketing da Rock. Com isso, será a quarta vez em que as duas empresas se juntam para criar o line-up do Supernova.
Ver essa foto no Instagram
Urgente
Garotas Suecas anuncia disco gravado ao vivo

Em dezembro do ano passado, o quarteto paulistano Garotas Suecas se reuniu no Porta Maldita, em São Paulo, para comemorar seus 20 anos de carreira com o show que é a base do novo disco ao vivo que será lançado em breve. No repertório, um passeio pela discografia da banda nestas duas décadas de estrada. Já saiu até um vislumbre do que será o disco, com o single Todo dia é dia de mudança.
- Renan Benini revisita sentimentos antigos no novo single, Em família
- UBC lança estudo inédito sobre a música eletrônica no Brasil
A música originalmente faz parte do quarto disco da banda, 1234 (2023, Freak/Vampisoul), e a nova versão já chega com o registro audiovisual, sob direção de José Menezes. “Completamos 20 anos de banda e achamos que essa data especial merecia um registro como este, porque realizamos muito no ao vivo. Claro que os discos são um marco muito importante na nossa carreira, mas uma banda acontece em cima do palco e na relação entre os músicos e o público. Pra gente isso é uma energia muito importante e nunca tivemos um registro ao vivo”, conta Tomaz Paoliello, cantor e guitarrista do grupo.
Ele diz que mesmo com os 20 anos, muita gente ainda não conhece a banda, e o formato “ao vivo” é o mais fiel. “Essa é a história da nossa banda, tocando nas festas dos amigos, depois da noite paulistana e do país. Sem contar que, ao vivo, as músicas vão se transformando no decorrer do tempo e adquirem um novo frescor”, diz ele, que divide o Garotas Suecas com Fernando Perdido (baixo e voz), Irina Bertolucci (teclados e voz), Nico Paoliello (bateria e voz). Por acaso, o single ganhou lançamento no mesmo local da gravação, o Porta Maldita, no sábado passado.
Foto: Fill Almeida / Divulgação
Urgente
Renan Benini revisita sentimentos antigos no novo single, “Em família”

Existe todo um contexto histórico, dos tempos da juventude, no material que Renan Benini (Lupe de Lupe) vem lançando em carreira solo – o primeiro single, Valsas de um bolero, era ligado à sua adolescência, e agora vem Em família, canção bela, extensa e orquestral escrita há mais de uma década, e que nasceu “sob a luz da segurança e do conflito que se embaraçam na vida familiar”, como diz o comunicado de lançamento.
A música foi feita sob um contexto de impasses pessoais: aos 23 anos, Renan decidiu interromper a faculdade e voltar para a casa de sua família, em Muriaé (MG). A luta contra os sentimentos confusos dessa época inspirou a letra, cantada por Renan e pela cantora Bruna Carvalho, cada um ocupando uma perspectiva dentro da mesma casa.
O single destaca a presença do violino e do violoncelo, tocados por, respectivamente, Rodrigo Garcia e Samuel Gomide. O arranjo surgiu quando Renan caminhava pela Avenida Afonso Pena, em Belo Horizonte, e concebeu mentalmente a frase que estrutura a música, antes mesmo de chegar a qualquer instrumento. “Soube na hora que a canção tinha que ser orquestrada”, lembra.
Previsto para o dia 8 de junho, o álbum de Renan vai reunir canções compostas ao longo da juventude dele – são faixas escritas entre os 13 e 24 anos, delineando um percurso autoral que se desenvolve em paralelo à sua trajetória na Lupe de Lupe, onde toca baixo há mais de 15 anos.
Foto: Taylor Celestino / Divulgação
Urgente
UBC lança estudo inédito sobre a música eletrônica no Brasil

A União Brasileira de Compositores, em parceria com a Brazil Music Conference, lança o relatório Mapa da música eletrônica no Brasil, apresentado pela primeira vez no Hot Beats Music Conference – o maior encontro de negócios da música eletrônica no Brasil, que rola hoje (21/05), no Hotel Nacional do Rio de Janeiro. Participam do painel Claudio da Rocha Miranda Filho, um dos autores do estudo, e Peter Strauss, Gerente de Relações Internacionais, Distribuição e Licenciamento na UBC. O relatório também está disponível para acesso no site da UBC.
A partir de dados de mercado e entrevistas com profissionais da indústria, o estudo revela que o mercado de música eletrônica no Brasil vive uma fase de consolidação e transformação, marcada pelo fortalecimento de artistas nacionais, expansão internacional e mudanças no comportamento do público.
Nos últimos anos, o país deixou de ser apenas consumidor de tendências internacionais para se tornar também exportador de artistas e sonoridades, com nomes brasileiros ocupando posições de destaque em festivais e plataformas de streaming ao redor do mundo.
Esse movimento, descrito no estudo como “Brazilian Storm”, reflete a ascensão de DJs e produtores nacionais, que passaram a atrair grandes públicos e a competir em visibilidade com artistas estrangeiros. Hoje, o line-up de grandes eventos no país já não depende exclusivamente de atrações internacionais para garantir público. E festivais internacionais como Coachella, Primavera Sound e Sonar passaram a contar com DJs brasileiros como principais atrações, a exemplo de Vintage Culture, ANNA, Alok, Mochakk, Clementaum e Cashu.
Outro destaque é o perfil do público brasileiro, caracterizado como jovem, conectado e altamente engajado. Fãs de música eletrônica no país consomem, em média, mais de 16 horas semanais do gênero e demonstram forte presença nas redes sociais, que se consolidaram como principal canal de descoberta musical — especialmente entre a Geração Z.
A digitalização, aliás, é um dos principais vetores de transformação da cena. A experiência musical, antes centrada na pista de dança, passa a incorporar elementos visuais e digitais, com eventos cada vez mais pensados para gerar impacto nas redes sociais e engajamento online. Apesar do crescimento, o setor ainda enfrenta desafios importantes como o alto custo de produção de eventos e a dificuldade de captação de patrocínios fora de segmentos tradicionais.
Entre as oportunidades que surgem, estão a expansão para novas regiões do país, o fortalecimento de colaborações entre artistas brasileiros e internacionais e a integração com outros gêneros musicais, como funk, pop e sertanejo — característica que reforça o potencial criativo e híbrido da música eletrônica no Brasil. O relatório destaca a necessidade de maior organização do ecossistema, investimento em dados e pesquisas, além de estratégias mais conectadas à cultura local por parte de players internacionais.
“A música eletrônica é um segmento de grande relevância também econômica e cultural, movimentando globalmente mais de 15 bilhões em toda sua cadeia de eventos. Por isso um estudo e consequente diagnóstico do seu status no Brasil tem muito impacto no nosso setor. Temos enormes desafios de uma correta arrecadação e mais ainda distribuição e este diálogo aberto e franco com o mercado é o caminho mais curto para aproximar distâncias e buscar novas instâncias de colaboração conjunta”, afirma Marcelo Castello Branco, diretor executivo da UBC.
Encomendado pela UBC, o estudo Mapa da Música Eletrônica no Brasil foi desenvolvido pelo jornalista Camilo Rocha, Claudio da Rocha Miranda Filho (curador e diretor artístico de música eletrônica na Rock World, empresa que realiza o Rock in Rio, The Town e Lollapalooza no Brasil) e Mauricio Soares (head of marketing do DJ Alok). “O Mapa traz contexto e perspectiva. Uma das coisas que chama a atenção, reflexo dessa penetração em diferentes recortes de público, é a riqueza e criatividade da produção artística, que inclui híbridos entre techno, house e funk, interfaces com a MPB e o pop, assim como de trabalhos mais experimentais e alternativos”, comenta Camilo Rocha.








































