Cultura Pop
O Natal da Food Records

Em homenagem à tão desejada comilança do Natal, lembramos de quando a gravadora britânica Food Records (“food” é comida em inglês, você deve saber) resolveu comemorar a data mais importante do comércio britânico com um EP em tributo… a ela própria e a seus contratados mais ilustres. Daí saiu, no finzinho de 1989, o The Food Christmas EP, em que Jesus Jones (lembra?), Crazyhead e Diesel Park West interpretam músicas um do outro.
Se você nunca escutou falar da Food, você conhece pelo menos alguns discos e contratados (e ex-contratados) dela. A gravadora surgiu em 1984 criada por um músico e executivo indie chamado David Balfe, que havia tocado teclados na banda britânica Teardrop Explodes, e que antes tinha sido um dos cabeças da Zoo Records. Os Woodentops, banda que ganhou recentemente um episódio do nosso podcast, o Pop Fantasma Documento, foi uma das primeiras bandas a lançar disco por lá – o primeiro single deles, Plenty, foi o segundo single da Food.
A Food tinha lá suas ligações com a Rough Trade, que distribuiu alguns discos dela. Só que, ao completar vinte anos de existência, foi vendida para a grandalhona EMI, passando a ser dirigida pelo sócio de Balfe, Andy Ross, como um sub selo da gravadora.
Nessa época, a Food já gritava mais ou menos alto no mercado por causa de algumas contratações de peso. Se você estranhou ler o nome Jesus Jones lá em cima do texto, não há nada para estranhar. O grupo já fazia parte do elenco da Food desde 1989. O disco de estreia, Liquidizer, e o single Info freako fizeram sucesso. Até mesmo o hit Right here, right now foi lançado pela Food.
No tal EP de Natal, essa música aparece relida pelo Diesel Park West, grupo ilustre do indie rock britânico dos anos 1980. O Jesus Jones relê I don’t want that kind of love, do Crazyhead, banda que seguia aquela linha de psicodelia + dance music + rock de garagem + sujismundismo hippie que uma parte da imprensa passou a chamar de grebo (lembra disso?). E é o Crazyhead que relê Like princes do, do Diesel Park West.
Outra contratação famosa da Food: no mesmo ano de 1989, Andy Ross caiu de amores por uma bandinha chamada Seymour, mas deixou claro que achou o nome do grupo horroroso e que só os contrataria se topassem mudar. Escolheram um nome de uma lista fornecida por Ross e escolheram Blur. Acabaram se tornando uma das bandas mais ilustres do selo, e da história do rock britânico dos anos 1990. Mas isso é outra história e de repente rende até um podcast (mas só na próxima temporada do Pop Fantasma Documento).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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