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Cultura Pop

Nirvana psicodélico em 1990

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Nirvana psicodélico em 1990

Em meio à divulgação do debute Bleach, em 20 de março de 1990, o Nirvana decidiu gravar aquele que deveria ter sido seu primeiro lançamento oficial em vídeo. Kurt Cobain (voz, guitarra), Chris Novoselic (baixo) e Chad Channing (bateria) aproveitaram as férias do Evergreen State College para se trancar no estúdio da universidade. E também fazer algumas gravações. Segundo Jon Snyder, o diretor do vídeo, a ideia era simplesmente gravar algumas coisas em estúdio, voltar a Aberdeen para filmar mais algumas coisas, embalar e vender o VHS aos fãs.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando Kurt Cobain fez filmes de terror

Algumas imagens desse dia vazaram no YouTube. E o resultado é bem mais bacana, anticomercial e (vá lá) assustador do que se imagina. Kurt, grande fã de técnicas de choque e de filmagens estranhas, levou várias fitas de vídeo e decidir aproveitar o cenário azul infinito do estúdio para criar vários efeitos de cromaqui. Aliás, como naqueles vídeos psicodélicos antigos de bandas como Black Sabbath e Blue Cheer, que tinham sido feitos para programas de TV, e ganhavam certa cara de “clipe”.

Quem assistir aos vídeos, vai ver School sendo executada tendo ao fundo imagens do popstar Shaun Cassidy, de competidores do programa Star Search e de fisiculturistas cristãos (!) da série The Power Team (que qualquer hora dessas ganha espaço aqui no POP FANTASMA). Mas tem mais: Big cheese com imagens tiradas do filme mudo Haxan: Witchcraft through the ages. E Floyd the barber com imagens de bonecos bizarros colecionados pelo próprio Kurt, que aliás adorava brinquedos com peças trocadas. “Bonecos quebrados, em chamas ou coisas como em Toy Story, onde as peças estão trocadas”, conta o técnico de câmera, Alex Kostelnik.

Nirvana psicodélico em 1990

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando Nirvana gravou Velvet Underground

Para completar, School e Lithium (que apareceria no disco Nevermind, de 1991) aparecem em imagens feitas para o programa de TV a cabo da universidade, 1.200 seconds. Essas imagens estavam com Snyder, mas ele acabou vendendo tudo para o Museu de Cultura Pop de Seattle. Isso porque o diretor diz ter percebido que não tinha condições de guardar o material em condições perfeitas.

Aliás pegue aí duas matrizes do clipe do Nirvana.

Um similar nacional.

Via Live Nirvana.

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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