Cultura Pop
Os 50 discos preferidos do Nirvana

Kurt Cobain, como é público e notório completaria 50 anos hoje. Por coincidência, um dos itens mais compartilhados pelos fãs do vocalista do Nirvana (morto em 1994) é uma lista escrita à mão por ele, com “os 50 discos favoritos do Nirvana”.
Ela figura no livro “Journals”, lançado em 2002 pela Riverhead Books, com vários escritos e
rascunhos do músico.
Confira abaixo. A lista inclui clássicos do punk como “Neverr mind the bollocks” (Sex Pistols), “Raw power” (Iggy Pop & The Stooges) e “Combat rock” (Clash), além de nomões do grunge (Mudhoney, com o disco “Superfuzz bigmuff”), do pós-punk (Public Image Ltd,
com “Flowers of romance”), o rock clássico de “Rocks”, do Aerosmith. E David Bowie, com “The man who sold the world”. E até o rap do Public Enemy, com “It takes a nation of millions to hold us back”.

Duas estranhices bacanas são a banda feminina sessentista The Shaggs com “Philosophy of the world” e Young Marble Giants, com “Colossal youth” (disco que Renato Russo, por sinal, também adorava, a ponto de incluir um “lá vem os jovens gigantes de mármore” na
música “L’age d’or”, do “Legião Urbana V”, de 1991).
Se você não entendeu nada da letra de Kurt, não esquente a cabeça: a lista inteira está aqui. Com direito a comentários de vários fãs do Nirvana reclamando da falta de um ou outro álbum e dando uma contestada séria na veracidade da lista. Alguns até com argumentos
bastante pertinentes (muito embora o escrito dê a entender que se trata de um compilado de discos preferidos da banda).

Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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