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Cultura Pop

Nirvana ao vivo, um dia antes do lançamento de Nevermind

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Por que será que o Nirvana resolveu tocar em alguns shows um trecho da ópera Carmen?

Quando o Nirvana assinou contrato com a Geffen para o lançamento de Nevermind, o segundo disco, a gravadora não esperava um sucesso imediato – tanto que o álbum saiu pela divisão de lançamentos “indies” do selo, a DGC. O que aconteceu com o trio de Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl foi realmente uma escalada daquelas de dar vertigem: nem mesmo os rostos dos integrantes eram conhecidos fora de Seattle, até que Smells like teen spirit começou a rodar direto na MTV e a banda foi alcançando os primeiros lugares das paradas. Até que o Nirvana olhou para o lado e viu que tinha vendido mais discos que Michael Jackson.

E no “antes” de Nevermind, teve um show que a banda fez em 23 de setembro de 1991, um dia antes do lançamento do disco. A apresentação foi na Axis, uma boate de Boston, ao lado dos Smashing Pumpkins, e de duas bandas da área: Bullet LaVolta e Cliffs Of Dooneen.

O show foi dado na  festa de aniversário da estação de rádio local de rock alternativo, WFNX, e nessa época, o Nirvana já estava ficando conhecidinho. Smells like teen spirit havia sido lançada no rádio em 27 de agosto, foi para as lojas duas semanas depois e o clipe já estava rolando na MTV, mas não em altíssima rotação. Correspondendo a isso, o show no Axis ficou bem lotado e a apresentação quase foi interditada pelo Corpo de Bombeiros por causa do excesso de gente.

E a novidade é que subiram no YouTube 14 minutos da apresentação. Tem Aneurysm, Drain you, School, Smells like teen spirit (essa, em alguns momentos, só tem o áudio) e o final de Negative creep. As imagens não são uma maravilha e nem sempre o áudio aparece completo, mas vale como documento.

Via Dangerous Minds

 

 

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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