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Cultura Pop

Mixtape Pop Fantasma #10 (16/06/2021)

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Toda quarta-feira às 17h (tá, hoje atrasou), rola a MIXTAPE POP FANTASMA, dessa vez ilustrada aí por ninguém menos que Klaus Nomi, um cara do qual a gente anda precisando falar mais (e ficamos devendo para os leitores). Outro dia publicamos uma série de cartões do Dia dos Namorados em clima new wave em que um dos itens é justamente com o cantor de Nomi song, que lembramos na mixtape.

>>> Tem mais Mixtape Pop Fantasma aqui.

Resumindo, é isso aí: temos homenagem a Raul de Souza (que saiu de cena), lembranças de Kevin Ayers, um som de Robert Wyatt, outro do The Screamers (que teve uma demo de 1977 transformada em disco há pouco), a união de Tony da Gatorra e Gruff Rhys, o som meio folk do Lilac Time, a nova do Desperate Journalist, uma recordação do The Mekons, o comecinho das Go-Go’s (que têm documentário no festival In-Edit) e a fase tecnopop de ninguém menos que Phil Lynott, do Thin Lizzy (o In-Edit tem também doc sobre ele).

Ah, lembramos também que estamos toda sexta às 11h da manhã na Mutante Radio, e que lançamos nossa campanha de financiamento mensal.

Ouve ae. Estamos no DeezerSpotifyMixcloud CastBox.

Abre:
Duran Duran – Anyone out there

1º módulo:
Robert Wyatt – Heaps of sheeps
Kevin Ayers – Stranger in blue suede shoes
Leandro Souto Maior – Jeffbeckiana

Módulo 1 e meio:
Música do Pinóquio em Let my puppets come
Medley de Paganini tocado num computador

2º módulo:
Klaus Nomi – Nomi song
The Screamers – Magazine love
Tony da Gatorra & Gruff Rhys – Oh warra hoo!

3º módulo:
Duran Duran – Khanada
Lilac Time – American eyes
Desperate Journalist – Personality girlfriend

4º módulo:
The Mekons – Where were you?
The Go Go’s – We got the beat
Phil Lynott – Yellow pearl

Final:
Raul de Souza – Nanã

BG: Músicas do disco Jurassic rock, de Leandro Souto Maior

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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