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Cultura Pop

LSD nos EUA: uso aumentou 56% em três anos

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LSD nos EUA: uso aumentou 56% em três anos

Não sabemos como está essa situação no Brasil. Mas segundo um estudo publicado pela Scientific American, o uso de LSD aumentou em mais de 50% nos EUA entre 2015 e 2018. “Um aumento talvez alimentado pela necessidade de escapismo químico”, como explica o texto.

Os resultados foram publicados na edição de julho da Drug and alcohol dependence. Os autores do estudo têm a suspeita de que muitos usuários estão usando a substância ilegal como automedicação para a depressão, ansiedade e estresse geral a respeito do estado do mundo. Aliás, suspeita-se que isso tenha acontecido com mais intensidade depois da pandemia.

“O LSD é usado principalmente para escapar. E visto que o mundo está pegando fogo, as pessoas podem usá-lo como um mecanismo terapêutico ”, diz Andrew Yockey, doutorando em educação em saúde na Universidade de Cincinnati e principal autor do artigo. “Agora, por causa da covid-19, eu acho que esse uso provavelmente triplicou”.

O estudo foi feito a partir de dados coletados com mais de 168.000 adultos americanos, por intermédio do National Survey on Drug Use and Health, um questionário anual representativo nacional. As tendências foram analisadas desde 2015, com atenção especial para o fato de que Donald Trump ganhou a eleição presidencial nos EUA.

Os pesquisadores descobriram que o uso de LSD no ano passado aumentou 56% em três anos. Mas se você imagina que haverá uma revolução psicodélica como a dos anos 1960, pode tirar o cavalinho da chuva. A média de americanos que usam LSD em um determinado ano é ainda inferior a 1% da população adulta total.

Por sinal, em 2017, saiu uma reportagem na BBC explicando que o ano estava sendo visto como um marco da revolução psicodélica na saúde, aqui no Brasil. Confere aí.

Veja também no POP FANTASMA:
– O LSD tem história: fizeram até um vídeo sobre isso
Timothy Leary: um LP de discursos sobre LSD em 1966
LSD, o disco – sim, isso existe
– Cegos têm alucinação quando usam LSD?

 

 

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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