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Cultura Pop

Descobriram uma fita com doze músicas inéditas de Lou Reed, enviadas para Andy Warhol

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Tem uma mixtape com doze músicas inéditas que Lou Reed gravou para Andy Warhol

Professora do departamento de música da Universidade de Cornell (em Ithaca, Nova York), Judith Peraino tem, em seu trabalho, pesquisas sobre música rock e construções de gênero e sexualidade, que incluem artigos a respeito de nomes como Blondie, David Bowie, PJ Harvey, Mick Jagger, e estilos musicais como o synthpop antigo. Fez também entrevistas ao vivo com nomes como Masha Alyokhina (Pussy Riot), John Doe e Exene Cervenka (X). Entre os projetos dela, estão um livro sobre identidades e comunidades do punk rock. E boa parte das pesquisas atuais de Judith estão voltadas para o universo de Andy Warhol, incluindo as trilhas de seus filmes e o envolvimento do esteta pop na música dos anos 1970. Ela também tem vídeos bem legais falando sobre punk, protopunk, Lou Reed, Velvet Underground e outros temas.

E, talvez você já tenha visto, olha só o que ela descobriu examinando algumas das 3.500 fitas do arquivo de Andy Warhol: um cassete que ninguém menos que Lou Reed gravou para ele em meados dos anos 1970. Num dos lados, uma seleção de músicas de shows que ele havia feito recentemente. No outro, doze músicas desconhecidas e nunca lançadas de Lou Reed, gravadas em Nova York, com o músico acompanhando-se ao violão.

O site Open Culture observa que as músicas (rotuladas como The phylosophy songs – from A to B and back) são a resposta de Lou para um livro que Warhol lançara em 1975, The Philosophy of Andy Warhol: From A to B and Back Again. Na época, Warhol, que mantinha um relacionamento bastante difícil com o líder do Velvet Underground, havia enviado as provas de galé do livro a ele. Judith supõe que a fita esteja relacionada a um musical que Warhol queria criar com Reed, baseado em seu livro. O site explica que dá para perceber que Reed usa umas passagens do livro nas letras – há uma música sobre “fama, sexo e negócios da arte” e duas sobre drag queens.

“Mas Reed usou outras músicas para criticar Warhol por sua aparente indiferença às mortes de astros da Factory, como Candy Darling e Eric Emerson, acrescentando que ele deveria ter morrido depois de ser baleado em 1968. Reed então pede desculpas a Warhol no final da música”, tá no site.

Judith diz no vídeo acima que a fita é um exemplo bacana de curadoria de Lou Reed, já que ele está montando um set list ideal para Warhol. “Vejo a mensagem da fita como sendo ‘namoro e rompimento’, em certo sentido. Há um lado que diz: ‘Olhe para mim, veja o que eu pude fazer neste ano… e agora olhe pra você'”, conta ela.

Na página da Variety dá pra escutar um trecho de 30 segundos.

Veja também no POP FANTASMA:
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– Aquela vez que Andy Warhol desenhou Debbie Harry num computador Amiga 1000

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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